Alerta de golpe contra clientes Unimed Petrópolis

A Unimed Petrópolis nos informa que tomou conhecimento de uma nova modalidade de golpe usando o nome da operadora. Segundo eles os estelionatários estão ligando para os pacientes com suspeita de Covid-19 solicitando dados pessoais e pagamento de exames.
A Unimed Petrópolis alerta aos seus clientes que não realiza ligações solicitando dados pessoais, cobranças ou pagamentos de exames e procedimentos.
Segundo a operadora, desde o início da pandemia vem sendo oferecido acompanhamento domiciliar dos seus clientes com casos suspeitos, em tratamento domiciliar ou pós-alta Covid-19 como forma de acolhimento e investigação epidemiológica.
As ligações são sinalizadas ao paciente e aos familiares no momento da alta hospitalar e ocorrem da seguinte forma:
A primeira ligação pós-alta ocorre com 48 horas após a saída do cliente. A segunda, no dia posterior à consulta em consultório e para os pacientes atendidos no Pronto Atendimento do hospital e liberados para casa, os contatos são em 48 horas do atendimento, no oitavo e no décimo quinto dia do atendimento.
A Unimed informa ainda que no caso de receber algum telefonema suspeito o segurado deve entrar em contato imediatamente com a Ouvidoria do Cliente, pelos telefones (24) 2220-5616, 2220-5628 e 2220-5631.

CDL alerta para golpes que prometem retirar devedores do SPC

Golpistas utilizam a internet, especialmente as redes sociais, para ludibriar consumidores inadimplentes

Não existe outra forma de sair do cadastro de inadimplentes do SPC Brasil ou de qualquer outro banco de dados se não for pagando a dívida. O que parece óbvio, muitas vezes não é percebido por consumidores negativados que acabam acreditando em falsas promessas e, além de continuarem devendo, ainda perdem dinheiro para golpistas.

         A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis faz esse alerta, especialmente no atual contexto de pandemia e isolamento social quando as pessoas podem ficar mais suscetíveis a cair nesses golpes, notadamente por conta do uso mais acentuado da Internet, onde essas falsas ofertas são cada vez mais frequentes, inclusive com a disseminação de fake news e, em alguns casos, com o envio de boletos falsos.

         Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva Souza, se o consumidor tem a intenção de regularizar sua dívida o caminho mais simples e correto é buscar uma negociação com a loja credora ou com algum representante indicado pelo credor, como uma empresa de cobrança, por exemplo, ou aproveitando os chamados “feirões limpa nomes”.

         – Nós temos visto com muita preocupação o surgimento cada vez maior de empresas que fazem promessas de limpar o nome sem pagar a dívida e cobram taxas por isso. Nosso alerta à população é para que não se iludam, não caiam em fake news, e consultem sempre fontes idôneas como os sites dos bancos de dados, das CDLs ou diretamente com a empresa credora. Não há como tirar o nome do SPC Brasil sem pagar a dívida. Quem acredita em algo diferente disso, vai acabar descobrindo, no final das contas, que caiu num golpe. Pagou as taxas ou quitou um boleto falso e continua devendo e com o nome no cadastro de inadimplentes – alerta Luiz Felipe.

         A CDL Petrópolis informa ainda que, no contexto das restrições de funcionamento por causa da pandemia, está atendendo de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 h, fornecendo as informações aos consumidores na sua sede à rua Irmãos D`Angelo, 48 sobre loja, centro. A informação verbal sobre o SPC Brasil é gratuita e caso o consumidor necessite de uma certidão do SPC ou de informações da Serasa, haverá cobrança de uma pequena taxa. É preciso levar documento original de identidade, não são fornecidas informações para terceiros e, por conta da pandemia, só serão atendidas as pessoas que estiverem usando máscaras de proteção. Além disso, a CDL Petrópolis segue todo o protocolo de distanciamento social para evitar aglomerações.

CDL lembra necessidade de cumprir determinações das autoridades de saúde para reabertura segura do comércio

Com a autorização para reabertura de mais segmentos do comércio de bens e serviços na próxima segunda-feira, entidade alerta para os cuidados necessários a fim de evitar a contaminação pelo Coronavírus

Depois de quase noventa dias fechado a maioria das lojas de Petrópolis está se preparando para reabrir nessa segunda-feira, dia 15 de junho, juntando-se àquelas que já abriram no último dia 1º. Porém, mais importante do que reabrir é se manter aberto definitivamente, é o que afirma o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, e por conta disso ele alerta para a necessidade de cumprir todas as determinações das autoridades de saúde garantindo assim a segurança dos lojistas, seus funcionários e, principalmente dos consumidores.

         – É preciso que os petropolitanos tenham segurança para voltar às lojas e confiança nas medidas que as empresas estão adotando. Os empresários se prepararam para esse momento, cuidando de adquirir máscaras, álcool em gel, demarcar os espaços para evitar aglomerações e certamente vão controlar a entrada de clientes nas lojas. Nós estamos agindo assim não apenas porque preservamos a vida das pessoas acima de tudo, mas porque não queremos um retrocesso que venha a fechar os estabelecimentos novamente – explica Luiz Felipe.

Para que as empresas possam funcionar de forma segura protegendo funcionários, clientes e os próprios empresários do contágio pelo novo Coronavírus é necessário seguir as seguintes recomendações das autoridades de saúde:

Os funcionários e clientes deverão utilizar máscaras de tecido ou descartável (sendo que a descartável deverá ser inutilizada a cada três horas e a de tecido trocada duas vezes por dia) e na entrada do estabelecimento devem estar disponíveis dispensadores de álcool em Gel visivelmente para utilização. O funcionário atenderá um cliente por vez, e cuidará do espaçamento lateral entre os clientes que deverá ser de pelo menos 1,5 m e a cada atendimento deverá higienizar as mãos com água e sabão ou solução alcoólica a 70%.

Deverá ser garantida a circulação de ar externo nos estabelecimentos, mantendo-se janelas e portas abertas, sendo não recomendada a utilização de ar condicionado. Quando houver excesso de clientes, deverá ser feita fila no exterior da loja, observando o espaçamento de 1,5m. Os funcionários dos grupos de risco que não podem operar em teletrabalho devem ser acomodados em ambientes de maior distanciamento social.

Nessa segunda onda poderão voltar a funcionar, a partir do dia 15 de junho, lojas de vestuário e calçados; comércio de móveis, eletrodomésticos e eletrônicos; lojas de informática; relojoarias e joalherias; salões de beleza e barbearia; imobiliárias; agências de turismo; agências de publicidade; escritórios de advocacia e contabilidade; estúdios de pilates, massagens e fisioterapia; além do comércio ambulante devidamente legalizado.

Perdas do comércio com a pandemia pedem medidas urgentes de socorro às empresas, defende CDL Petrópolis

Os últimos números negativos divulgados pelo IBGE e pela Secretaria de Fazenda do Estado sinalizam a necessidade de um plano nacional de ajuda às empresas do comércio de bens e serviços

A notícia divulgada no último dia 13 de maio pelo IBGE mostrando que as vendas no comércio caíram 2,5% em março, na comparação com o mesmo período de 2019, a informação da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro dando conta da queda de 36% nos valores das vendas informadas nas Notas Fiscais Eletrônicas emitidas entre 1º de março e 25 de abril e uma recente pesquisa da Fecomércio que aponta queda de 50% nas vendas do comércio do estado do Rio de Janeiro mostram não somente os efeitos da pandemia da Covid 19 na economia, mas sinalizam também a necessidade da implementação rápida de medidas de ajuda às empresas.

         Essa é a avalição da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis diante da gravidade tanto do avanço dos contágios e mortes pelo novo Coronavírus, quanto do fechamento de empresas e perda de empregos e renda que acrescenta uma crise econômica mundial à emergência de saúde pública. Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, é preciso socorro urgente.

         – É necessário pensar num plano de ajuda às empresas que envolva os governos municipal, estadual e federal. Esse socorro precisa passar pela prorrogação ou suspensão do pagamento de impostos e taxas em todos as esferas, do município ao governo federal, por um determinado período, e, especialmente, pela disponibilização de crédito barato aos micro e pequenos empresários de todo o país, especialmente via BNDES. Um crédito que chegue de verdade na ponta, sem burocracia e que permita ao empresário a segurança necessária quanto à sua capacidade de honrar esses compromissos num cenário de recessão que já se anuncia para o futuro – afirma Luiz Felipe.

         O empresário lembra que os números de queda no comércio e de desemprego no setor são, na verdade, muito maiores do que o divulgado. Os dados do IBGE, por exemplo, ainda não refletem a realidade dos prejuízos da pandemia, porque referem-se a março quando, em pelo menos metade do mês, as lojas permaneceram abertas, além de parte das perdas ter sido compensada pelo desempenho de supermercados e farmácias. Quanto aos números divulgados pela Secretaria de Fazenda do Estado, o empresário destaca que as perdas do varejo foram de impressionantes 41%.

         O presidente da CDL Petrópolis aponta ainda que o comércio da cidade tem contribuído com o esforço do poder público para reduzir o contágio e as mortes da Covid-19, atendendo às medidas restritivas implantadas pela prefeitura, porque está consciente da gravidade da situação, do alto índice de contágio e letalidade provocada pelo vírus, além das dificuldades do sistema de saúde. No entanto, afirma Luiz Felipe, é urgente que as autoridades olhem também para a emergência econômica que afeta diretamente empresários e trabalhadores do comércio local.

Delivery como alternativa para o dia das mães, lembra CDL Petrópolis

Entidade firmou parceria com o site deliverypetropolis.com.br, plataforma que cadastra gratuitamente empresas que atuam com essa modalidade de atendimento.

Diante das medidas de restrição impostas pela Prefeitura ao comércio de bens e serviços, em virtude da pandemia da Covid 19, uma alternativa para que as empresas amenizem um pouco seus prejuízos, inclusive no dia das mães, é o comércio à distância com a entrega dos produtos na casa dos consumidores, o sistema de delivery. Pensando nisso, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis apoia o site deliverypetropolis.com.br, plataforma digital cuja proposta é reunir as empresas que vendem virtualmente e fazem entregas na cidade.

         O site cadastra gratuitamente as empresas e pode ser usado tanto por quem vende quanto por quem compra, como um guia para os consumidores encontrarem esses estabelecimentos. Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, a iniciativa é de grande valia para o setor nesse momento de crise.

         – Nós estamos enfrentando graves dificuldades por conta da Pandemia e o delivery é uma solução moderna e criativa que, de alguma forma, poderá amenizar as perdas de algumas empresas. Com a proximidade do Dia das Mães, nosso segundo natal, que este ano se perderá em termos de vendas, o delivery pode ser uma alternativa para que os presentes cheguem até as mães e alguns negócios tenham o mínimo para sobreviver à crise – afirma Luiz Felipe.

         Segundo a agência iDIGO, idealizadora do site, o deliverypetropolis.com.br é uma iniciativa voluntária para ajudar as empresas locais, sem finalidades comerciais, e envolve todos os funcionários da agência que estão atuando nesse projeto sem receber nenhuma remuneração.

         Além da CDL Petrópolis, apoiam o projeto o Sicomércio, a Associação da Rua Teresa, os lojistas da rua 16 de março, o Petrópolis Convention & Visitors Bureau, o Mercoserra, o Valparaíso Gourmet, a Turispetro e a Prefeitura de Petrópolis.     

CDL pede à prefeitura abertura do comércio a partir de 02 de maio

Entidade protocolou ofício pedindo a flexibilização das regras de restrição ao funcionamento das lojas para evitar danos maiores à economia

Nesta segunda-feira, 27 de abril, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis encaminhou ao prefeito Bernardo Rossi mais um ofício, o segundo desde a adoção de medidas de restrição ao funcionamento do comércio pelo município. Dessa vez, a entidade solicita a abertura das lojas a partir do próximo sábado dia 02 de maio, reconhecendo os esforços do poder público na contenção do contágio pelo novo Coronavírus, mas alertando também para os graves problemas econômicos que acometem o setor do comércio de bens e serviços, conforme explica o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza.

         – Nós temos muita preocupação com a preservação da vida e plena consciência da gravidade extrema da pandemia, mas não podemos deixar de nos afligirmos com a situação dramática de nossos funcionários ameaçados pelo desemprego e de tantos micro e pequenos empresários que lutam para pagar seus aluguéis, fornecedores, impostos, contas de luz e telefonia e também estão sendo duramente atingidos em sua renda, por conta das medidas que mantém o comércio fechado na cidade há mais de 30 dias. Por isso, pedimos ao prefeito que se abra ao diálogo e flexibilize as medidas de restrição – afirma Luiz Felipe.

         Entre as sugestões encaminhadas ao prefeito para permitir a abertura do comércio estão a adoção de horários diferenciados para os diferentes locais e também os diversos segmentos de negócios; cumprimento de medidas sanitárias, tais como limitação do número de clientes nos estabelecimentos, uso de máscaras e álcool em gel; além da adoção de trabalho à distância para os serviços administrativos e funcionários dos grupos de risco.

         O que a entidade espera é conseguir sensibilizar o prefeito para que o bom senso prevaleça, sem descuidar das medidas protetivas da vida nessa pandemia que preocupa a todos.  

Prefeito informa que abertura do comércio pedida pela CDL não pode acontecer nesse momento

Declaração foi dada à Tribuna de Petrópolis em resposta ao ofício que a CDL enviou dia 13 de abril pedindo a flexibilização da abertura das lojas  

Nesta segunda-feira, 20 de abril, em matéria publicada na Tribuna de Petrópolis, o prefeito Bernardo Rossi afirma que não é possível, nesse momento, flexibilizar a abertura do comércio na cidade, conforme solicitado através de ofício encaminhado ao chefe do Executivo municipal no último dia 13 de abril, pela CDL Petrópolis. Segundo ele, a prefeitura está fazendo um estudo para avaliar uma possível abertura do comércio, mas, por enquanto, as medidas de restrição continuam valendo até o dia 30 de abril, conforme decreto municipal.

         O presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, lamenta que não seja possível, nesse momento, flexibilizar a abertura das lojas, afirma que as medidas de restrição determinadas pela prefeitura estão sendo respeitadas e espera que essa situação se modifique o mais rápido possível para que as dificuldades econômicas não se agravem mais ainda.

         – Nós entendemos a gravidade da Covid-19 e estamos atentos ao aumento de números de casos na nossa cidade, por isso nos dispomos a tomar todas as medidas sanitárias para proteger nossos colaboradores e também os consumidores, caso pudéssemos abrir. Mas estamos muito preocupados também com o desemprego, com a sobrevivência das empresas e dos empresários, especialmente os micro e pequenos que têm nos seus negócios, a única fonte de renda – explica Luiz Felipe.

         Na entrevista à Tribuna de Petrópolis, o prefeito Bernardo Rossi afirma ainda que não se pode ser otimista nem pessimista em relação à abertura do comércio, que estão sendo estudados protocolos para a retomada das atividades econômicas envolvendo horários diferenciados e a adoção de medidas de proteção para atendimento ao público. Ele disse ainda que as medidas de restrição foram adotadas com base nas ações da Secretaria de Saúde e ainda de acordo com as determinações do Governo do Estado e do Ministério da Saúde.

CDL Petrópolis, através da sua confederação, solicita medidas emergenciais para o varejo por conta da Covid 19

Entidade que reúne as CDLs do Brasil encaminhou no último dia 30.03 uma série de pleitos ao Ministério da Economia e ao Banco Central

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, além das medidas locais que vem tomando, como o pedido de negociação dos aluguéis comerciais, o adiamento dos vencimentos das suas próprias mensalidades e a interlocução constante com o Poder Público Municipal no que se refere às medidas restritivas decorrentes do isolamento social e seus impactos na economia, juntou-se aos esforços da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que encaminhou no último dia 30 de março duas cartas endereçadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em que pede medidas para a sobrevivência dos pequenos e médios varejistas frente à crise do novo Coronavírus.

Além da CNDL, assinam os documentos a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Segundo o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, nesse momento grave para a saúde das pessoas e das empresas é preciso a união de todos, seja nos sacrifícios individuais, seja nos esforços dos governos para socorrer pessoas e empresas em dificuldade.

– Todos nós precisamos nos proteger da Covid 19 e precisamos proteger empresas e empregos também. Por isso é fundamental a união para que possamos sensibilizar as autoridades, tanto a criar medidas protetivas do emprego e da renda das empresa como, principalmente, a implementá-las rapidamente. Por isso, todas essas entidades se juntaram, porque as medidas são urgentes – defende Luiz Felipe.

No texto, as entidades questionam por quanto tempo os empregadores conseguirão sustentar a folha de pagamento e todos os custos das empresas, como fornecedores, aluguéis e impostos, por exemplo. “As medidas de saúde pública exigem, simultaneamente, medidas de natureza econômica, a fim de evitar um colapso do setor produtivo, agravando ainda mais o quadro de saúde da população, especialmente daqueles de baixa renda e sem poupança para fazer frente à paralisia da economia”, alertam os documentos.

No texto enviado ao Ministério da Economia, as entidades sugerem suspensão provisória do recolhimento PIS/Cofins; isenção ou diferimento de todos os impostos incidentes sobre a folha salarial; suspensão de prazos processuais administrativos, fiscalizatórios e tributários; suspensão das obrigações acessórias; compensação de créditos tributos federais; atuação do BNDES e da Caixa Econômica na estruturação financeira de suporte de crédito às empresas e aos trabalhadores; aprovação do PL 1009/2020, do deputado Efraim Filho, que dispõe sobre a interrupção do contrato de trabalho, com compensação financeira ao empregado; e atuação do Banco Central para evitar a elevação desmedida das taxas de juros.

Já no texto encaminhado ao Banco Central, as sugestões são a utilização da estrutura dos adquirentes de cartão de crédito para viabilizar a concessão com taxas mais baixas; atenção a despeito das medidas de injetar liquidez no sistema financeiro nacional; a criação de linhas de crédito específicas para o varejo e para o setor de franquias; a criação de outras linhas de crédito a serem acessadas após o término da crise, visando a retomada das atividades; e a liberação dos recursos do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas.

Anteriormente, a CDL Petrópolis, através da CNDL, já havia encaminhado pedidos às autoridades no que se refere, por exemplo, à suspensão por três meses do recolhimento de ISS e ICMS, além do FGTS.

Os setores de comércio e serviços representam mais de 5 milhões de negócios no país, sendo responsáveis por cerca de 70% do PIB, mais de 26 milhões de empregos diretos (com carteira assinada) e quase 70% dos recolhimentos de encargos sociais que possibilitam manter as contas públicas vinculadas à Seguridade Social.

CDL Petrópolis reforça apelo à proteção contra o Coronavírus

Entidade pede que lojistas disponibilizem álcool em gel para seus clientes e lembra que idosos e pessoas dos grupos de risco devem evitar sair às ruas nas próximas semanas

         A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, atenta ao avanço do contágio pelo novo Coronavírus no país, faz um apelo aos seus associados que mantenham em seus estabelecimentos frascos de álcool gel para uso dos clientes e pede que os funcionários sejam orientados a manter distância segura dos clientes para evitar qualquer possibilidade de contágio através da saliva.

A CDL Petrópolis lembra que, a princípio, não há recomendação das autoridades sanitárias para que as lojas fechem e por isso o comércio continuará atendendo normalmente, mas alerta que os idosos e pessoas dos grupos de risco devem se manter em casa, em isolamento social, tanto quanto possível, como forma de prevenção.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, é fundamental manter a calma nesse momento sem descuidar dos cuidados preventivos, entendendo a gravidade da situação, porém sem pânico.

– É importante que todos entendam que o momento é grave, mas que também mantenham a calma. Não adianta correr aos mercados para estocar alimentos ou lotar as farmácias para comprar álcool gel ou máscaras em excesso e provocar o desabastecimento. Nesse momento é fundamental a solidariedade e a proteção aos idosos e mais vulneráveis para que possamos enfrentar essa dificuldade da melhor forma possível, com seriedade e responsabilidade – afirma Luiz Felipe.

A CDL Petrópolis informa ainda que manterá o seu atendimento ao público para as informações do SPC Brasil e da Serasa no balcão, normalmente, assim como o da certificação digital, uma vez que adotou medidas de proteção para evitar contágios.

A entidade lembra também que as consultas de informações de crédito dos seus associados continuarão sendo feitas normalmente através dos canais on line.

Dois em cada dez brasileiros têm crédito negado, aponta SPC Brasil

Levantamento indica que “nome sujo” é a principal razão da negativa e CDL Petrópolis acredita que o Cadastro Positivo pode expandir acesso ao crédito, em razão de uma avaliação de risco mais individualizada.  

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelando que, no último mês de novembro, 21% dos brasileiros que tentaram fazer uma compra a prazo tiveram o pedido negado pelo credor. As principais razões da negativa foram o fato de o consumidor estar com nome inscrito em cadastros de devedores (31%) e a falta de comprovação de renda para realizar a compra (17%). Há ainda 15% que não conseguiram parcelar por renda insuficiente e outros 15% que já haviam excedido o seu limite de crédito com outras aquisições. Já 19% não souberam a razão do pedido não ter sido atendido.

Para o presidente da CDL Petrópolis Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esse levantamento mostra a importância da consulta ao SPC Brasil para que o lojista venda com segurança, mas também revela que é preciso modernizar as formas de análise cadastral para ampliar a oferta de crédito.

– O comércio precisa vender com segurança. Isso é fato, especialmente porque a inadimplência continua alta, mas é preciso também oferecer mais crédito e nós acreditamos que o Cadastro Positivo pode mudar essa realidade dando importância ao histórico de pagamentos como um todo e não apenas à inadimplência, como vínhamos fazendo até então. O cadastro positivo pode ajudar o empresário a fazer uma análise mais adequada do perfil de risco dos clientes visualizando, por exemplo, não somente as contas não pagas, mas também as que ele paga em dia, e isso pode ser positivo para a oferta de crédito – afirma Luiz Felipe.

De forma geral, a maioria (57%) dos brasileiros não utilizou nenhuma modalidade de crédito no mês de novembro, como empréstimos, linhas de financiamento, crediários ou cartões de crédito. Outros 43% mencionaram ter recorrido, ao menos a uma modalidade no período, número inferior aos 50% observados no mês anterior.

O cartão de crédito (37%) e o crediário (11%) foram as modalidades mais usadas. Já o cheque especial foi citado por 7% da amostra. Há ainda 6% de consumidores que contrataram empréstimos e 4% entraram em financiamentos.

O levantamento mostra ainda que as despesas correntes do dia a dia foram as mais realizadas via cartão de crédito, como as compras de supermercado (65%) e a aquisição de remédios (42%). Em terceiro lugar aparecem a compra de combustíveis (40%), seguida da aquisição de roupas e calçados (37%).

Um dado preocupante é que quase um quarto (23%) dos usuários de cartão de crédito não conseguiu pagar integralmente a fatura no último mês de novembro e entrou no chamado ‘rotativo’, que cobra os juros mais caros do mercado. Os que honraram os compromissos em dia somam 75% da amostra. Em média, o valor da fatura do cartão de crédito ficou em R$ 855,79, sendo que a maior parte (46%) dos entrevistados disse que manteve um valor de gasto parecido ao do mês anterior. Já 33% viram o tamanho da fatura aumentar em novembro, enquanto 15% diminuíram os gastos via cartão.

O Indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.