CDL Petrópolis celebra 60 anos de história no município

Como um grupo de empresários, uma modesta sala e um único propósito revolucionaram o comércio petropolitano

Valioso capítulo da história local, o comércio petropolitano é caracterizado pela cultura de traduzir a tradição em produtos e serviços. E o mesmo vale para a CDL, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Petrópolis. Há 60 anos no município, a entidade mantém seu propósito de valorizar e representar aqueles por trás dos balcões e letreiros: comerciantes que, mais do que a economia, movimentam a vida de Petrópolis.

Fundada no dia 4 de agosto de 1961, numa modesta sala do número 39 da Rua Irmãos D’Ângelo, a CDL – então Clube de Dirigentes Lojistas – teve como lema, desde o princípio, “transformar frios letreiros de lojas, em homens que se entendem”. Pautada pela união, a entidade se mostrou capaz não apenas de aproximar os empresários e validar seus interesses, mas, sobretudo, incentivar a comunidade a caminhar numa mesma direção.

Movida pela paixão pelo comércio, o rumo tomado não poderia ser outro, a não ser o do sucesso. Filha de um dos fundadores da CDL – o empresário Fernando Lannes do Carmo, Maria Teresa Cristina do Carmo, de 61 anos, revisita suas recordações da instituição, cujas festividades sempre lhe pareceram reuniões de família. Até porque, coincidentemente, a fundação da CDL aconteceu no mesmo dia do nascimento de sua irmã, Maria Claudia.

“Meu pai costumava dizer que eram dois filhos nascidos no mesmo dia: a CDL e minha irmã. Ele estava na inauguração, foi chamado às pressas para o hospital, e depois voltou”, conta Cristina. Lembrada com orgulho por seu pai nos discursos, a história se tornou, praticamente, sinônimo do porquê do grupo ter se reunido: para fazer nascer ideias capazes de valorizar o caminho percorrido e, a partir dele, traçar novos rumos para o futuro.

“Era um grupo muito bacana de empreendedores e uma data importante para eles, para o comércio, e para as famílias, porque sempre tinha um encontro”, expressa Cristina, que comenta, ainda, a evolução no sistema de armazenamento das informações de crédito dos clientes. Se no começo os dados eram reunidos dentro de caixinhas de sapato nas lojas, com o passar do tempo o arquivo passou a ser centralizado na sede própria da CDL.

Transformação, inclusive, testemunhada pelo petropolitano Luiz Carlos Santiago Fontes, de 68 anos. Contratado, em seu primeiro emprego nas Modas Casa Nova, para percorrer as lojas do Centro e verificar o histórico de compras dos clientes nos estabelecimentos, ele fala sobre como era o processo de aprovação de crédito da época e sobre sua rotina que estava longe de ser restrita a quatro paredes.

“Naquela época não tínhamos nenhum sistema de computador, internet ou wi-fi, então meu serviço era ir até a CDL, conferir a referência de lojas que o cliente nos dava e, em seguida, rodar cada uma delas para verificar se o cliente havia, efetivamente, feito a compra e como ele havia efetuado os pagamentos. Eu retornava para a loja com a ficha e informava ao departamento se ele era ou não um bom pagador para que fosse feita a venda a prestação”.

Num verdadeiro trabalho de investigação, Luiz Carlos explica que era junto à CDL que se verificava se alguma loja havia sido omitida pelo comprador. Quando isso acontecia, era quase certo de o cliente não ter efetuado o pagamento naquele local. Exercido pelo petropolitano de maio de 1969 a setembro de 1970, o trabalho foi substituído, ainda em 70, pela implantação de um sistema de comunicação integrado da CDL com as lojas.

Nas fichas, de A a Z

Se hoje a base nacional do SPC pode ser acessada com um celular na palma da mão, lá atrás o armazenamento de dados era centralizado em fichas dispostas em arquivos rotatórios. Organizados por ordem alfabética, eles tinham suas informações repassadas aos lojistas que, por telefone, faziam as consultas. Funcionária da CDL Petrópolis há 33 anos, Silvia Machado, de 51 anos, revive as mudanças passadas pelo setor que hoje gerencia.

Contratada como estagiária do arquivo, Silvia participou de todas as transformações envolvendo as fichas e consultas para a realização do crediário. “A empresa tinha uma linha privada em que a atendente tirava o telefone do gancho e aí acendia uma luzinha indicando qual empresa estava ligando. Ela, então, passava as informações para a loja e, depois, a colocava em contato com o outro lojista para que ele tivesse as referências do cliente”.

Centralizado em três arquivos, com cinco atendentes cada, o atendimento aos associados era feito durante todo o dia. Pautado por mesas telefônicas com conectores, o trabalho, em determinado momento, passou a ser intermediado por ramais. E o mesmo vale para os arquivos que, de grandes estruturas manuais, deram lugar a computadores ainda em meados dos anos 80: sinal de agilidade para os associados, atendentes e compradores.

“Naquela época vinham muitas pessoas de fora fazer compras na Rua Teresa. Nesse caso, nós tínhamos que fazer uma ligação interurbana para a cidade de origem da pessoa e aguardar pela resposta que, às vezes, demorava mais de hora. Com a informatização ficou muito mais ágil. A empresa ligava e nós dávamos a resposta de imediato. Depois, as próprias empresas passaram a fazer as consultas porque foi implantado o sistema on-line”.

Retrato de uma mudança de cultura, como descreve o especialista em redes de computadores e Internet, Airton Coelho Vieira Junior, de 51 anos, a informatização dos sistemas da CDL caminhou junto das transformações culturais e sociais da

época. Tendo sido um dos responsáveis por modernizar os sistemas da entidade, ele comenta os desafios vividos e a evolução da tecnologia e do comércio desde então.

“Foi uma experiência única. A gente teve uma transformação. Era tudo crediário no papel, no carnê, e aí a gente passou pelo crescimento do cheque, pelo advento da internet, do comércio eletrônico e agora os cartões de crédito. Não só eu participei do desenvolvimento do SPC, mas a gente desenvolveu e operou por décadas sistemas que eram auxiliares na operação da CDL, como folha de pagamento e folha contábil”.

Do papel à tela, Airton lista quatro “ondas” de reformulação dos arquivos da CDL, sendo a primeira a migração para os computadores e a última a ampliação da velocidade de processamento e do armazenamento de dados. “Tivemos a transformação digital, de sair do papel e virar tecnologia, depois tivemos duas ondas de melhoria e aumento da capacidade, e uma final de mudança de cultura em que colocamos o serviço totalmente eletrônico”.

Olhos no passado e no futuro

Da fundação da CDL para cá, não há dúvidas de que o passar dos ponteiros tenha ditado muitas das transformações vividas pela entidade. Da informatização dos sistemas à composição da Câmara, permanece intacto, porém, o empenho em se fazer presente junto à comunidade petropolitana. É o que comenta, com satisfação, o atual superintendente da CDL de Petrópolis, Abrahão Jorge Bailune, de 56 anos.

Filho do ex-comerciante, diretor e presidente da CDL, Abrahão Bailune, no mesmo ano em que a entidade completa 60 anos de fundação, o superintendente celebra 36 anos de dedicação à associação. Contratado como office boy, ele percorreu, praticamente, todos os setores da empresa, passando pelo SPC, setor de cobranças, tesouraria, se tornando chefe de departamento financeiro, secretário executivo e, agora, superintendente.

Para Abrahão, recordar a história da CDL é lembrar e honrar as trajetórias dos ex-presidentes, diretores, associados e colaboradores que trilharam, junto dela, um caminho construído à base do esforço coletivo e da união. Empenho comprovado, por exemplo, pela realização das famosas campanhas de Natal da entidade, que sempre levaram às ruas e aos lares petropolitanos a certeza de que é no comércio que se escrevem memórias.

“Ao longo da história, a CDL sempre realizou campanhas de incentivo às vendas. Foram sorteados diversos automóveis, viagens, e a maior campanha que a CDL realizou foi o sorteio de um apartamento. Duas outras campanhas que marcaram muito foram relacionadas aos concursos de vitrine enfeitada – tanto de lojas, em que havia uma participação muito grande das empresas, quanto de fachadas residenciais”, expressa.

Responsável hoje por oferecer aos associados serviços de informação de crédito, cursos, seminários, treinamentos, assessoria jurídica, balcão de empregos, planos de saúde/odontológicos, o auditório e o salão social, além do guia comercial Petrópolis TEM e do serviço de comunicação de perda/roubo/extravio de documentos, a CDL, passados 60 anos, continua a amparar os lojistas da cidade e a defender seus interesses.

Com olhos no passado e no futuro, o presidente da CDL Petrópolis, o empresário Claudio Mohammed, ressalta a importância de se recorrer às experiências adquiridas ao longo do tempo para, a partir delas, consolidar, cada vez mais, princípios e valores que fazem parte da essência do trabalho desempenhado pela entidade. “Temos que retornar ao passado e buscar experiências que possam ser depositadas no futuro”, explica Claudio.

Parte da CDL desde 1993, quando exerceu o cargo de diretor de serviços, Claudio cumpre seu segundo mandato na presidência com a certeza de que é trabalhando em prol do comércio e acompanhando as transformações tecnológicas que são preservadas as necessidades do setor e a missão da entidade. “Trabalhamos para manter o crescimento das atividades comerciais e para que o público atenda os anseios do comércio da cidade”.

Passado mais de meio século, uma das certezas mantidas pela instituição é a de que, diariamente, a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Petrópolis compartilha do mesmo carinho, admiração e paixão pelo segmento que, em 4 de agosto de 1961, motivou um grupo de empresários, uma modesta sala e um único propósito a revolucionarem a forma como o comércio petropolitano é visto e recebido.

Texto: Carolina Freitas.

Lei de Proteção de Dados Pessoais passará a ser aplicada

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), nº 13.709/2018, terá sua
eficácia plena, com a aplicação das sanções previstas, a partir do próximo
mês (agosto/2021).

A Lei, que visa proteger os direitos da privacidade individual, promoveu o
regulamento do uso de dados das pessoas.
Todas as empresas, independentemente do porte e da atividade, estarão

sujeitas às penas estabelecidas caso não tenham o devido cuidado no trato
das informações de seus todos os envolvidos na sua atividade, quer clientes,
fornecedores ou empregados.

Entre os dados mais importantes apontados pela Lei estão: Nome; endereço;
numero de documentos (CPF, RG, Passaporte, etc.); dados biométricos;
opção sexual; raça; número de telefone, entre outros.

Visando preservar-se, as empresas deverão ter os cuidados necessários no
sentido de obter consentimento para a coleta dos dados pessoais, seja para a
captação de um novo cliente seja no eventual processo seletivo para
preenchimento de uma vaga para um novo funcionário.

Em resumo, todos os dados das pessoas envolvidas nas atividades das
empresas, devem ser protegidos, devendo impedir o vazamento destes, seja
implementando sistemas que gerencie adequadamente sua segurança interna, orientando seus funcionários e ainda ajustando cláusulas em seus contratos, pois é necessário o consentimento expresso para a coleta dos dados pessoais e para qual fim se destinam.

A lei, em seu artigo 42, estabelece que, aquele que faltar com o dever de zelo no trato das informações estará sujeito a ter que reparar quaisquer danos, sejam eles patrimoniais, morais, individuais ou coletivos, que venham a causar.

Importante salientar que o detentor da informação, que a Lei trata como
“controlador” , deverá comunicar, de imediato, às autoridades e ao titular,
quaisquer incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares.

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm

Prefeitura cadastra empresários para acesso ao balcão de empregos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

Preenchendo o formulário no link dessa matéria, os empresários podem acessar os currículos no site da prefeitura e contratar funcionários

A prefeitura de Petrópolis através do Departamento de Trabalho e Renda (Detra) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico oferece gratuitamente o serviço de Balcão de Empregos, com o objetivo de colocação e recolocação de pessoal no mercado de trabalho.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, em parceria com a prefeitura está disponibilizando, no link anexo, um formulário para cadastramento de empregadores que poderão acessar os currículos para que assim as próprias empresas possam realizar o processo seletivo.

Segundo o Departamento de Trabalho e Renda, em alguns casos é possível até ceder espaço na secretaria para a realização do processo seletivo pela empresa.

Para os trabalhadores em busca de emprego, o cadastro do currículo deve ser feito no site www.petropolis.rj.gov.br.

Baixe o formulário aqui:

Mais de 35% das consultas ao SPC Brasil em dezembro apresentaram restrições, aponta a CDL Petrópolis

Número  revela a importância da consulta ao sistema na hora de vender a crédito e do registro no SPC Brasil para combater a inadimplência

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar um levantamento sobre o número de consultas ao sistema do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) no mês de dezembro/2020, na cidade. Segundo a entidade, 35,73% das consultas apresentaram algum tipo de restrição capaz de impedir a concessão de crédito ao consumidor.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esses números apontam não somente os reflexos da crise econômica do país no nosso município como revelam também a importância da consulta ao SPC Brasil para o empresário do setor do comércio de bens e serviços.

– Além de todas as dificuldades que vivemos em 2020 e do que ainda pode ocorrer em 2021, a alta da inadimplência dos consumidores tem nos preocupado. Por isso é importante que aqueles empresários associados à CDL Petrópolis consultem o sistema do SPC Brasil na hora de vender,  para assim se protegerem da inadimplência – explica Luiz Felipe.

O presidente da CDL Petrópolis lembra ainda da importância de cada empresário associado registrar seus clientes devedores no SPC Brasil, seja para combater a inadimplência evitando que esses consumidores com restrições tenham acesso ao crédito, seja porque o registro pode até mesmo estimular o inadimplente a buscar uma forma de acertar suas pendências junto ao mercado, para voltar a comprar.          Os números da CDL Petrópolis revelam ainda que no segundo semestre de 2020 a média das consultas com algum tipo de restrição no sistema do SPC Brasil no comércio de bens e serviços da cidade foi de 36,11%.

CDL lança campanha de valorização do comércio da cidade no Natal

Ação de marketing com patrocínio da Sicoob Credirochas faz apelo aos petropolitanos para que comprem no natal e prestigiem o comércio local

Neste Natal, seja presente! Com este mote, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis preparou uma ação de marketing direcionada à data mais importante do ano para o varejo, o Natal. A ideia é tentar convencer os consumidores não só a presentear, mas também a se fazer presente no sentido de colaborar com o comércio local neste ano tão difícil para o setor, por conta das restrições impostas pelas medidas de combate à Covid-19.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esse esforço da entidade representa uma tentativa de animar os consumidores para o Natal e auxiliar os empresários a vender mais, na busca de alguma recuperação das perdas do ano.

– O esforço da CDL Petrópolis, que também sofre com a crise no setor, para viabilizar essa ação de marketing foi muito grande e só foi possível ampliar seu alcance graças ao patrocínio da Sicoob Credirochas, nosso parceira e vizinha aqui na Irmãos D`Angelo, 48 sala 506, que entendeu a importância dessa mensagem de valorização do comércio local nesta que é a data mais importante do ano para o setor.

Esperamos que as mensagens publicitárias causem efeito e que o petropolitano se faça presente nesse natal comprando nas lojas da cidade e contribuindo para que o comércio se mantenha e quem sabe recupere algumas perdas desse ano difícil – afirma Luiz Felipe.

A ação de marketing da CDL Petrópolis, com patrocínio da Sicoob Credirochas, acontecerá até o dia 24.12 e está centrada em dez vídeos de 13 segundos cada que serão impulsionados no Facebook da entidade, além de anúncios em jornais locais e em uma revista especial de Natal, spots em rádio FM e divulgação através de bus door veiculado em oito linhas de ônibus da cidade.

Além de incentivar a compra em Petrópolis, as peças publicitárias lembram a diversidade do comércio local, a adoção de cuidados de saúde e o respeito aos protocolos sanitários para que o consumo nas lojas da cidade seja seguro.

As peças foram criadas pela Soma Comunicação e a ação de marketing tem caráter institucional de apoio ao comércio petropolitano como um todo, mostrando mais uma vez a presença ativa da CDL Petrópolis na vida comunitária da cidade.

CDL alerta para golpes que prometem retirar devedores do SPC

Golpistas utilizam a internet, especialmente as redes sociais, para ludibriar consumidores inadimplentes

Não existe outra forma de sair do cadastro de inadimplentes do SPC Brasil ou de qualquer outro banco de dados se não for pagando a dívida. O que parece óbvio, muitas vezes não é percebido por consumidores negativados que acabam acreditando em falsas promessas e, além de continuarem devendo, ainda perdem dinheiro para golpistas.

         A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis faz esse alerta, especialmente no atual contexto de pandemia e isolamento social quando as pessoas podem ficar mais suscetíveis a cair nesses golpes, notadamente por conta do uso mais acentuado da Internet, onde essas falsas ofertas são cada vez mais frequentes, inclusive com a disseminação de fake news e, em alguns casos, com o envio de boletos falsos.

         Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva Souza, se o consumidor tem a intenção de regularizar sua dívida o caminho mais simples e correto é buscar uma negociação com a loja credora ou com algum representante indicado pelo credor, como uma empresa de cobrança, por exemplo, ou aproveitando os chamados “feirões limpa nomes”.

         – Nós temos visto com muita preocupação o surgimento cada vez maior de empresas que fazem promessas de limpar o nome sem pagar a dívida e cobram taxas por isso. Nosso alerta à população é para que não se iludam, não caiam em fake news, e consultem sempre fontes idôneas como os sites dos bancos de dados, das CDLs ou diretamente com a empresa credora. Não há como tirar o nome do SPC Brasil sem pagar a dívida. Quem acredita em algo diferente disso, vai acabar descobrindo, no final das contas, que caiu num golpe. Pagou as taxas ou quitou um boleto falso e continua devendo e com o nome no cadastro de inadimplentes – alerta Luiz Felipe.

         A CDL Petrópolis informa ainda que, no contexto das restrições de funcionamento por causa da pandemia, está atendendo de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 h, fornecendo as informações aos consumidores na sua sede à rua Irmãos D`Angelo, 48 sobre loja, centro. A informação verbal sobre o SPC Brasil é gratuita e caso o consumidor necessite de uma certidão do SPC ou de informações da Serasa, haverá cobrança de uma pequena taxa. É preciso levar documento original de identidade, não são fornecidas informações para terceiros e, por conta da pandemia, só serão atendidas as pessoas que estiverem usando máscaras de proteção. Além disso, a CDL Petrópolis segue todo o protocolo de distanciamento social para evitar aglomerações.

CDL Petrópolis incentiva o comércio local nas redes sociais

Campanha lançada no Facebook destaca os cuidados para reabertura segura e faz apelo aos petropolitanos em favor das lojas da cidade

Depois de quase 90 dias com a maioria das lojas da cidade fechadas, a preocupação agora, além da adoção de cuidados para evitar o contágio pelo novo Coronavírus, é que o consumidor petropolitano readquira a confiança e volte a comprar no comércio local. Pensando nisso, a CDL Petrópolis acaba de lançar uma campanha com o mote Petrópolis Tem para incentivar o consumo nas empresas da cidade.

         Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva Souza, o momento é de união em prol do desenvolvimento de Petrópolis.

         – Nós, empresários, estamos fazendo a nossa parte adotando todos os cuidados para evitar a contaminação, amargamos dias difíceis de lojas fechadas, lutando para manter renda e empregos e agora que estamos voltando a esse novo normal precisamos muito que o consumidor petropolitano prestigie as empresas da cidade, por isso investimos nessa campanha – explica Luiz Felipe.         

A campanha, criada pela Soma Comunicação, consiste em filmetes com 15 segundos de duração, em média, com apelo direto em favor do consumo nas empresas locais, além de materiais para feed e storys. Está sendo veiculado no Facebook da CDL Petrópolis um vídeo geral abordando o comércio de bens e serviços como um todo e mais 19 filmetes para diferentes setores empresariais.

Desburocratização do Cadastro Positivo agrada CDL Petrópolis

Aprovação pelo Senado do Projeto de Lei que facilita a inclusão de consumidores e empresas no banco de dados de bons pagadores pode ampliar a oferta de crédito no país.

 

A CDL Petrópolis, assim como a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) comemora a aprovação do Projeto de Lei Complementar 441/2017, que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo, pelo Plenário do Senado Federal, no último dia 13 de março.

Depois da sanção presidencial, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passarão a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que será feito de forma gratuita. O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela CNDL e pelo SPC Brasil, que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, essa mudança nas regras pode significar maior oferta de crédito e redução dos juros.

– Considerar o histórico de bom pagador de um consumidor ou de uma empresa na hora de conceder crédito é uma novidade no Brasil. O mercado sempre se protegeu dos inadimplentes e o alto índice de contas não pagas sempre foi uma justificativa para aumentar os juros. Agora, com a análise do cadastro positivo do cliente, será possível premiar o bom pagador com juros menores e isso pode significar um aumento na oferta de crédito – avalia Luiz Felipe.

O  cadastro positivo  permitirá uma avaliação de risco mais justa e individualizada. Além disso, favorecerá mais assertividade por parte do empresário nos processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário, informações que permanecem preservadas, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

A mudança nas regras do Cadastro Positivo também deve estimular a competição na oferta de crédito entre instituições financeiras e empresas do varejo.

 

CDL alerta para o golpe da máquina de cartão de crédito

Fraude gera grandes prejuízos no comércio, acontece em várias cidades e se dá graças à desatenção do lojista ou de seus colaboradores.

 

As vendas com cartão de crédito ou débito são cada vez mais comuns no varejo brasileiro. Fechada a venda, o consumidor entrega um cartão ao lojista ou ao seu funcionário. Este  o insere numa máquina que, em muitos estabelecimentos, é entregue nas mãos do consumidor para que ele digite a senha.

Esse procedimento normal, corriqueiro, pode ser o início de uma fraude capaz de provocar grandes prejuízos ao comércio, isso porque golpistas estão distraindo lojistas e colaboradores nessa hora para que possam trocar a máquina da loja por outra dos fraudadores fazendo com que, a partir de então, todas as vendas daquele estabelecimento passem a ser creditadas na conta dos golpistas.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, faz um alerta aos comerciantes.

– Parece incrível que a criatividade dos criminosos tenha chegado a tanto, mas a verdade é que esse golpe vem sendo aplicado há tempos em várias cidades do Brasil e ele só é possível graças à desatenção, seja porque o movimento da loja é grande naquele dia, seja porque outros membros da quadrilha distraem a atenção de quem está fechando a venda. Por isso, a CDL Petrópolis resolveu lembrar aos lojistas de que todo cuidado é pouco para que novos casos não ocorram – afirma Luiz Felipe.

O grande alvo dos golpistas são as empresas que possuem mais de uma máquina de cartão sem fio, sendo que os postos de combustível são muito vulneráveis, inclusive pela grande movimentação, além do fato de que em muitos casos a máquina é entregue na mão do consumidor que muitas vezes nem sai do carro.

Para que o golpe dê certo é preciso distrair o lojista ou funcionário, seja numa conversa amigável informal ou fazendo algum pedido. Isso é preciso para que a pessoa ou algum comparsa possa trocar a máquina da loja por uma que ele traz consigo sem que ninguém perceba.

Em alguns casos os fraudadores passam a compra na máquina deles ou, para serem mais rápidos, informam que houve um problema com o cartão e pagam em dinheiro, sempre deixando o equipamento falso na loja.

Assim a loja vai usar a máquina falsa e tudo que for vendido a partir de então será direcionado para a conta dos golpistas e isso pode significar um grande prejuízo caso o lojista não esteja atento aos dados impressos nos seus comprovantes e não tenha um controle rigoroso das suas vendas com cartão.

Por isso o alvo preferencial dos fraudadores são as lojas com mais de uma máquina de cartão porque a “queda no faturamento” não chamará atenção tão rapidamente como na loja que só tem uma máquina já que, nesse caso, o lojista vai perceber mais depressa que suas vendas com cartão não estão sendo creditadas.

As contas para onde são direcionados os créditos das vendas registradas nas máquinas falsas geralmente estão em nome de “laranjas” e, em alguns casos, para não correrem o risco de bloqueios nas contas por parte dos bancos, os golpistas solicitam antecipação dos recebíveis e sacam rapidamente os valores.

Outra modalidade de golpe com as maquinas de cartão de crédito consiste na visita de falsos técnicos trazendo equipamentos para serem substituídos. Por isso, é importante ficar atento a manutenções não solicitadas checando sempre a identidade dos técnicos e ligando para as empresas fornecedoras dos equipamentos.

Atenção e cuidado são as melhores armas para se proteger desses golpes. Atenção à maquina de cartão de crédito na hora em que o cliente estiver digitando a senha e cuidado para que o equipamento não fique em local de fácil acesso a pessoas estranhas. Outra medida eficaz é colocar alguma marca identificadora nas máquinas,  além de manter uma rotina de conferência regular das vendas com cartão, nem que seja a simples checagem do número do CNPJ nos comprovantes das vendas do dia.