Protesto de títulos pode ajudar a combater a inadimplência

Pesquisa do SPC Brasil revela redução do índice de recuperação de crédito em fevereiro e CDL Petrópolis aponta protesto de títulos como caminho para evitar prejuízo com dívidas não pagas

 

O Indicador de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país apresentou um  recuo de -0,80% no último mês de fevereiro, se considerado o acumulado em 12 meses. Isto é, o número de exclusões de registros de inadimplência mediante pagamento integral da dívida ou renegociação do débito caiu em todo o país e, considerando-se apenas a região Sudeste, a queda foi de -6,39% . Esse dado preocupante para o comércio levou o presidente da CDL Petrópolis Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza a lembrar aos empresários do setor sobre a importância de, além do registro no SPC Brasil, protestar os títulos, depois de esgotados os procedimentos de cobrança.

– O protesto de títulos é um instrumento muito eficiente para combater a inadimplência. Nós temos consciência que o momento de crise econômica do país é sério e delicado, mas os empresários que geram emprego e renda precisam receber seus créditos. Então se as cobranças não surtem efeito e se as possibilidades de negociação das dívidas não avançam, por que não protestar? Ainda mais que os associados da CDL Petrópolis podem se valer de um convênio que os isenta das custas iniciais do processo e nós temos informações de que muitos filiados que optaram pelo protesto têm tido sucesso na recuperação de seus créditos – afirma Luiz Felipe.

O convênio em questão foi firmado com o Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil, Seção RJ, e proporciona uma economia considerável às empresas e profissionais liberais associadas à CDL Petrópolis que, ao contrário do que acontece normalmente, não precisam pagar para dar início ao processo de protesto.

Para que o associado à CDL Petrópolis possa usufruir dos benefícios desse convênio, é preciso assinar um termo de adesão, diretamente na sede da entidade ou, imprimindo o formulário que está disponível no site www.cdlpetropolis.com.br.

Os títulos de crédito que podem ser protestados são diversos, desde notas promissórias, duplicatas e até contratos ou um cheque, nesse caso, respeitando-se as limitações legais que se referem à alínea que determinou a devolução e aos prazos específicos do cheque, de acordo com as normas do Banco Central.

O Indicador de Recuperação de Crédito mostra a evolução da quantidade de devedores que deixaram o cadastro de inadimplentes num dado mês por conta do pagamento das suas pendências em atraso, bem como a quantidade de dívidas. Para isso, são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) tem acesso. Os dados são de abrangência nacional.

Quase 70% dos brasileiros pretende comprar chocolates na Páscoa

Pesquisa do SPC Brasil e da CNDL aponta que 68,7 % dos consumidores deve comprar presentes na Páscoa, enquanto 19,4% não se decidiram ainda e 11,9% não devem gastar nessa data.

O comércio varejista deve registrar uma boa movimentação no final do primeiro trimestre de 2018, por conta da Páscoa. Uma estimativa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que cerca de 103,9 milhões de brasileiros devem realizar compras para a ocasião. O percentual de 68,7% dos consumidores que pretendem comprar na Páscoa de 2018 supera a intenção de compras do ano passado para a mesma data, que era de 57%. Apenas cerca de 12% não pretendem ir às compras este ano e 19% ainda não decidiram o que fazer.

Entre os consumidores que vão realizar compras na Páscoa, a maior parte (41%) relata a intenção de gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 36% vão gastar menos e 15% garantem que gastarão mais. Dentre estes, as justificativas incluem o desejo de comprar mais produtos (57%), o fato de achar que os preços estão mais altos (37%) e acreditar que os produtos estão com um preço muito bom e vale a pena aproveitar (29%).

Já aqueles que vão gastar menos justificam sua decisão dizendo que pretendem economizar (48%), que os preços subiram demais e a renda mensal não acompanhou o aumento (46%) e porque não querem fazer dívidas (31%).

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, a pesquisa revela dados bastante otimistas para o setor, embora as compras de Páscoa estejam concentradas num nicho muito específico do mercado.

– Se o consumidor está disposto a ir às compras, superando as intenções do ano passado, é sempre bom. Isso nos deixa otimista para as próximas datas significativas, como o dia das mães, por exemplo, nosso segundo natal. Vamos esperar que a recuperação econômica e, principalmente a volta dos empregos, se concretize o mais rápido possível para retomarmos o caminho do crescimento econômico beneficiando todo o setor – afirma Luiz Felipe.

O levantamento do SPC Brasil mostra que 44% dos consumidores pretende comprar a mesma quantidade de produtos que na Páscoa de 2017, 31% pretende consumir mais produtos e 14% menos. A média de compras esperada é de cinco produtos e o gasto total médio, R$ 135,03.

A pesquisa revela ainda que 41% dos consumidores ouvidos têm a sensação de que os preços dos produtos para a Páscoa estão mais caros neste ano do que em 2017 – percentual que era 56% na sondagem do último ano – . Para 31%, os valores estão na mesma faixa e apenas 9% acreditam em preços menores.

Seis em cada dez consumidores pretendem comprar ovos de chocolate (61%), enquanto 51% preferem os bombons e 48% as barras de chocolate. Entre estes últimos, os principais motivos da preferência são por considerar que a celebração é mais importante do que a forma do chocolate (50%) e por achar que as barras e bombons são mais baratos (39%).

A preferência é para o  pagamento à vista, seja em dinheiro (63%) ou no débito (38%). Outros 25% pagarão no cartão de crédito em parcela única, enquanto 22% preferem o parcelamento, entre 3 e 5 prestações.

A pesquisa ouviu inicialmente 859 consumidores de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país para identificar o percentual de pessoas com intenção de gastar na Páscoa. Para avaliar o perfil de compra, foram considerados 600 casos da amostra inicial. A margem de erro é de no máximo 4,0 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Mais de 60 milhões de brasileiros negativados no SPC Brasil

Levantamento aponta  que  o maior número de inadimplentes concentra-se na Região Sudeste e atinge as pessoas entre 30 e 39 anos de idade.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados do Indicador de Inadimplência do Consumidor do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) que aponta um número preocupante.  61,7 milhões de brasileiros estão com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas.  O número representa 40,5% da população com idade entre 18 e 95 anos.

Em fevereiro, houve um acréscimo de 2,71% na quantidade de inadimplentes, na comparação com o mesmo mês do ano passado e entre janeiro e fevereiro de 2018, o indicador apresentou aumento de 0,55%. Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esse dado demonstra que a crise econômica persiste no país, impactando os consumidores.

– A inadimplência muitas vezes está ligada a um descontrole com as finanças daquelas pessoas que têm dificuldades para planejar o orçamento, mas não se pode ignorar que num quadro onde o nível de desemprego continua alto muitos consumidores simplesmente não conseguem honrar seus compromissos. Com isso, ficam fora do mercado o que impacta o varejo, sem contar o prejuízo que a falta de pagamento das contas traz para os comerciantes. Outro dado importante é que o lojista precisa se precaver na hora de vender a prazo, por isso deve consultar os serviços de informações do SPC Brasil que a CDL Petrópolis oferece. Afinal ali constam mais de 61 milhões de brasileiros que, infelizmente, estão sem crédito no momento – afirma Luiz Felipe.

A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos que se observa a maior frequência de negativados. Em fevereiro de 2018, pouco mais da metade da população nesta faixa etária (51%) tinha o nome registrado em cadastros de devedores.

Também merece destaque o fato de porcentagem significativa da população com idade entre 40 e 49 anos (49%) estar negativada, da mesma forma que acontece com os consumidores com idade entre 25 a 29 (46%). Entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 20%. Na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 31%.

É na região Sudeste em que se concentra a maior quantidade de consumidores com contas em atraso, em termos absolutos: 26,7 milhões – número que responde por 40% do total de consumidores residentes no estado. A segunda região com maior número absoluto de devedores é o Nordeste, que conta com 16,49 milhões de negativados, ou 41% da população. Em seguida, aparece o Sul, com 8,10 milhões de inadimplentes (36% da população adulta).

Já em termos proporcionais, destaca-se o Norte, que, com 5,49 milhões de devedores, possui 46% de sua população adulta incluída nas listas de negativados, o maior percentual entre as regiões pesquisadas. O Centro-Oeste, por sua vez, aparece com um total de 4,93 milhões de inadimplentes, ou 42% da população.

Os dados revelam ainda que o setor que apresentou a maior alta foi comunicação, com variação de 10,20%, seguido pelos bancos, com avanço de 2,31%. Já os setores de água e luz e o de comércio observaram queda de, respectivamente, 4,25% e 6,78%.

Em termos de participação, os bancos detêm pouco mais da metade do total de dívidas (50%). Em seguida, aparece o Comércio (18%); o setor de Comunicação (14%); e de Água e Luz (8%).

O Indicador de Inadimplência do Consumidor reúne todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil e a CNDL têm acesso. As informações disponíveis referem-se às capitais e cidades do interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

2018 começa com alta de 2,10% na inadimplência, revela CDL Petrópolis

Indicador de Inadimplência do SPC Brasil e da CNDL mostra que número de devedores aumentou enquanto o volume de dívidas caiu -1,94%, em janeiro.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados apurados pelo Indicador de Inadimplência do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o volume de brasileiros com contas em atrasos e com restrições no CPF abriu o ano de 2018 com alta de 2,10% na comparação com o mês de janeiro do ano passado. Trata-se do crescimento mais expressivo desde junho de 2016, quando a alta fora de 2,78%. Na comparação mensal, ou seja, com dezembro de 2017, sem ajuste sazonal, o aumento na quantidade de devedores foi de 0,96%, a maior desde maio do ano passado.

Segundo estimativa do SPC Brasil e da CNDL, atualmente são mais de 60,7 milhões de consumidores brasileiros inscritos em cadastros de inadimplentes, número que representa aproximadamente 40% da população adulta que reside no país.

Segundo o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, existe uma esperança de que a inadimplência recue nos próximos meses.

– Nota-se uma recuperação ainda tímida da economia brasileira o que nos dá algum alento. Mas, esse fator somente se fará notar na queda da inadimplência se houver recuperação mais acentuada do emprego para que o consumidor possa pagar seus compromissos em atraso e recuperar seu crédito. De toda forma, esse início de ano é sempre um período difícil para o consumidor em função das despesas sazonais com impostos, volta às aulas e os compromissos parcelados das compras de natal. Então é preciso muita responsabilidade para não haver descontrole dos gastos – explica Luiz Felipe.

A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos que se observa a maior frequência de consumidores inadimplentes. Metade (50%) da população nesta faixa etária iniciou o ano de 2018 com o nome inscrito em alguma lista de devedores – um total de 17,3 milhões de consumidores nessa situação. Também merece destaque uma porcentagem significativa da população com idade entre 40 e 49 anos estar negativada: 13,4 milhões, ou 48% do total dessa população.

O indicador ainda revela que entre os mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, a proporção de inadimplentes cai para 20% – em número absoluto, são 4,8 milhões. Já na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 31%, o que representa cinco milhões de pessoas com o CPF inscrito em cadastros de inadimplentes.
Nas demais faixas etárias são 7,8 milhões de inadimplentes entre 25 e 29 anos; 12,2 milhões entre os que têm 50 e 64 anos e aproximadamente 232 mil idosos acima dos 85 anos que estão com o CPF restrito.

Outro indicador mensurado pelo SPC Brasil e pela CNDL é o de volume de dívidas atrasadas. Nesse caso, houve uma variação negativa de -1,94% na comparação anual – janeiro de 2018 frente ao mesmo mês de 2017. Já na comparação mensal, frente a dezembro de 2017, foi observada uma leve alta de +0,87%.

As dívidas bancárias, que contemplam atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, apresentaram alta de 1,69% no período, enquanto o setor de comunicação, que engloba atrasos em contas de telefonia, internet e TV por assinatura apresentou a alta mais elevada, com 9,01% a mais de atrasos na comparação com janeiro do ano passado.

De acordo com o indicador do SPC Brasil, cinco em cada dez dívidas pendentes (51%) de pessoas físicas no país têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 18% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (14%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 8% das dívidas não pagas no Brasil.

O indicador de inadimplência do consumidor baseia-se em todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

Vendas a prazo crescem 4,72% na semana anterior ao natal

CDL Petrópolis divulga pesquisa nacional que revela primeiro resultado positivo nas consultas ao SPC Brasil nesse período, nos últimos três anos

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrando o que parece ser a retomada da confiança dos consumidores que se reflete no aumento do consumo. Segundo um levantamento nacional, as consultas para vendas a prazo na semana anterior ao Natal (entre 18 e 24 de dezembro) aumentaram 4,72% na comparação com 2016.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, o resultado positivo merece ser comemorado, mas com os pés no chão.

– Sem dúvida é uma boa notícia, seja pela reversão dos resultados negativos de 2014, 2015 e 2016, seja pela percepção de que o consumidor está se sentindo confiante para comprar a prazo novamente. No entanto, os resultados ainda são tímidos e será necessário uma retomada do emprego, principalmente, para que o comércio volte a obter resultados expressivos no natal que é a data comemorativa mais importante para o setor – afirma Luiz Felipe.

Nos últimos anos, os resultados de vendas a prazo no Natal foram: -1,46% (2016), -15,84% (2015) e -0,7% (2014). Na comparação com outras datas comemorativas de 2017, o aumento registrado nas vendas a prazo do natal foi bem expressivo. Na Páscoa o crescimento foi de 0,93%, no Dia das Mães, dos Namorados e dos Pais, houve quedas de -5,50%, -9,61% e -2,18%, respectivamente, enquanto no Dia das Crianças, foi registrado um aumento de 3,00%.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, o gasto médio do brasileiro com o total de presentes de Natal girou em torno de R$ 461,91. A estimativa era de que a data movimentasse cerca de R$ 51 bilhões na economia.

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, entre os dias 18 e 24 de dezembro deste ano.

Associados à CDL têm taxas especiais de financiamento na Caixa

Programa “Avança Varejo” é uma parceria nacional entre a CNDL e a Caixa Econômica Federal com objetivo de impulsionar o setor

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, através da Confederação Nacional das CDLs (CNDL), integra o convênio firmado com a Caixa Econômica Federal que criou o Programa Avança Varejo, cujo objetivo é destinar um montante de R$ 1 bilhão em 2017 para os associados das CDLs em todo o país, buscando impulsionar a economia. O presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, comemora a parceria.

– Esse convênio chega em muito boa hora. Agora no final do ano os empresários precisam investir na reposição dos estoques para as vendas de fim de ano além de se capitalizarem para fazer frente às obrigações como o 13º salário, por exemplo. Nesse momento de crise, poder contar com taxas especiais para financiamento num banco público é, sem dúvida, uma grande oportunidade. Como presidente da CDL fico particularmente satisfeito por fazer parte desse esforço em favor dos nossos associados e em prol do desenvolvimento econômico como um todo – aponta Luiz Felipe.

O programa Avança Varejo dá acesso a linhas de financiamento com taxas diferenciadas para capital de giro; crédito rotativo e cheque especial; crédito para investimentos, podendo financiar a aquisição de máquinas, equipamentos e aumento de produção e até mesmo condições especiais para serviços bancários como cobrança e folhas de pagamento.

As linhas de capital de giro, por exemplo, têm prazo de até 60 meses com taxas de juros a partir de 0,83%, enquanto operações com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) têm taxas de juros de 5% ao ano e prazo de até 48 meses, com a possibilidade de seis meses de carência, de acordo com as condições particulares de cada empresa, avaliadas pela CEF.

Para saber mais detalhes e fazer simulações basta acessar o site www.cdlpetropolis.com.br e clicar no banner “Avança Varejo”, indicando a CDL Petrópolis como entidade a qual a empresa está associada.

Quem ainda não for filiado à CDL pode obter maiores informações sobre associação pelo telefone 2244-1911.

Pesquisa aponta ligeiro aumento da confiança do consumidor

Levantamento revela ainda que 40% dos consumidores avaliam sua vida financeira como ruim e 79% estão pessimistas com a economia do país.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis divulgou os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pelo segundo mês consecutivo, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 42,3 pontos em agosto, ante os 41,4 pontos em julho. A pesquisa mostra que o consumidor brasileiro segue cauteloso: 40% avaliam, no momento atual, sua vida financeira como ruim e apenas 12% como boa – já para a avaliação da economia, o percentual dos que acreditam estar ruim sobe para 79% e o de otimistas apenas 3%.

O presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza faz uma análise desses dados.

– É importante que a confiança do consumidor esteja voltando, ainda que timidamente. Mas nesse momento é preciso ser realista. Esses números também revelam que os brasileiros enfrentam dificuldades sérias na administração do seu orçamento, principalmente para honrar seus compromissos financeiros, em função de um índice de desemprego alarmante, entre outros fatores. Para o varejo é importante olhar para esses números e buscar soluções de mercado para esse momento particular da nossa economia. Precisamos vender, sem dúvida, é fundamental manter a economia funcionando, mas precisamos planejar corretamente e para isso é necessário que, nesse segundo semestre, a retomada econômica avance – avalia Luiz Felipe.

Os dados do Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,1 pontos em agosto ante 30,2 pontos em julho, mostra que entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (49%), o aumento dos preços (25%) e as altas taxas de juros (8%).

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 36% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (32%), a queda da renda familiar (17%), a perda de controle financeiro (5%) e imprevistos (4%).

A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e da sua própria vida financeira. Considerando as expectativas dos consumidores para a economia, apenas 21% disseram estar otimistas com os próximos seis meses, ao passo que 34% disseram estar pessimistas. De acordo com o indicador, 28% dos pessimistas com a economia não têm boas expectativas por acreditar que a corrupção atrapalha o desempenho do país. Outra razão citada é o alto nível de desemprego que ainda se nota (20%). Também se menciona a discordância com a atual política econômica (17%); o fato de as instituições e leis não favorecerem o desenvolvimento do país (13%) e a alta dos preços (10%).

No caso das expectativas para a vida financeira, 60% manifestaram boas expectativas para a vida financeira e 10% manifestam expectativas ruins ou muito ruins. Apesar disso, a maior parte dos consumidores otimistas não sabe ao certo justificar as razões do otimismo (37%). Há, no entanto, 27% que respaldam sua posição na perspectiva de conseguir um novo emprego ou promoção; 11% que acreditam que a economia irá melhorar, 8% que dizem estar investindo na profissão e 8% afirmam ter feito uma boa gestão das finanças.

Para quase metade dos consumidores (52%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida e é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 75% notaram que os preços aumentaram nesses locais em agosto, em comparação ao mês anterior. Para 75%, também aumentaram as tarifas de combustíveis (em julho o percentual era de 41%). Ainda houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (47%) e telefone fixo/celular (46%).

Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira.

CDL e FASE firmam convênio que vai além do desconto para associados, funcionários e dependentes em cursos da faculdade

Parceria envolve pesquisa para definir perfil dos empresários, suas demandas de aperfeiçoamento profissional, oferecimento de consultoria, cursos e palestras, além de 20% de desconto em alguns cursos

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis e a Faculdade Arthur Sá Earp Neto (Fase), assinaram na última quinta-feira, dia 27 de agosto, um convênio que prevê o oferecimento de 20% de desconto para sócios e representantes das empresas associadas à CDL Petrópolis, seus funcionários ativos e dependentes diretos nas graduações em Administração, Enfermagem, Nutrição e Psicologia, além dos cursos superiores de tecnologia em Gestão Pública, Gestão de Recursos Humanos e Radiologia.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, além da oportunidade de oferecer educação de qualidade para associados, funcionários e dependentes, essa parceria traz um diferencial que é de fundamental importância para o desenvolvimento da atividade empresarial na cidade.

– Nós teremos a oportunidade de contar com o know how e o talento dos professores da Fase para desenvolvermos instrumentos de pesquisa e avaliação da atividade empresarial, identificando demandas por cursos e palestras, além do oferecimento de consultorias que serão capazes de trazer um ganho de qualidade extraordinário para nossos associados – avalia Felipe.

O Coordenador dos cursos de gestão, professor Levi Pereira de Souza, representando a diretora e supervisora geral da Fase, Maria Isabel de Sá Earp de Resende Chaves, destacou a filosofia do convênio que é a aproximação necessária entre os setores empresariais e a Academia, buscando reafirmar o conceito de cidade universitária para Petrópolis.

– Sem dúvidas, além da capacitação dos empresários associados à CDL Petrópolis, o convênio vai proporcionar uma riquíssima troca de experiências em gestão que será excelente tanto para a Academia quanto para o mercado. Isso representa uma oportunidade de desenvolvimento local da cidade que, eu tenho certeza, marcará Petrópolis de uma forma muito positiva. É fundamental para a economia, especialmente nesses tempos difíceis, essa junção de forças porque, na verdade, só a união do empreendedorismo e da gestão conseguirá desenvolver o país – afirma Levi.

O professor destacou ainda que o curso de Administração da Fase, segundo as avaliações oficiais do MEC, é um dos mais conceituados do país e já está entre os três melhores do estado do Rio de Janeiro.

Participaram ainda do evento de assinatura do convênio os professores Rodrigo Alves Lopes e Humberto Medrado, além da professora Luciene Lopes Baptista, todos do curso de Administração e que integram o NIREM, Núcleo de Inovação e Relacionamento com o Mercado, da Fase.

Os associados da CDL Petrópolis que desejarem usufruir dos descontos oferecidos pelo convênio precisarão procurar a entidade e solicitar uma declaração que deverá ser apresentada na secretaria da Faculdade no momento da matrícula. Para maiores informações, basta ligar para 2244-1900.

Entrega da ECF vai até 31 de julho e precisa de Certificado Digital

CDL Petrópolis lembra aos empresários que para remeter os dados da Escrituração Contábil Fiscal ao Fisco é necessário o uso da certificação digital.

          Termina no final deste mês o prazo legal para que as empresas optantes do Lucro Real, Lucro Presumido, Lucro Arbitrado e aquelas imunes ou isentas, apresentem a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) no Sistema Público de Escrituração Digital, SPED, constando todas as operações que compõe a base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), autenticando as informações através do uso do Certificado Digital.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, ressalta a importância da modernização das relações com o Fisco representada pela adoção dos certificados digitais e lembra que a CDL está apta a fornecer a certificação aos empresários, contabilistas e demais interessados.

– Nós da CDL Petrópolis nos preparamos para oferecer mais essa comodidade aos nossos associados, aos empresários em geral e a toda a sociedade. Dispomos de um Agente de Registro atendendo em nossa sede de segunda a sexta-feira para que essa importante modernização do sistema tributário brasileiro esteja acessível a todos. Os certificados digitais não apenas facilitam a vida do empresário na sua relação com o Fisco, como dão mais segurança às transações realizadas no ambiente virtual da internet – explica Luiz Felipe.

No que se refere à ECF, essa obrigação foi implantada pela Receita Federal no ano-calendário de 2014 para substituir a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica de algumas empresas, com exceção daquelas optantes pelo Simples Nacional, autarquias, fundações, órgãos públicos e as empresas inativas.

Para maiores informações sobre a certificação digital da CDL basta ligar para 2244-1900 ou enviar e-mail para [email protected]         

73% dos consumidores vão presentear no dia das mães, mas só 10% gastarão mais do que em 2016

Pesquisa divulgada pela CDL Petrópolis aponta que 14 bilhões de reais serão injetados na economia na segunda melhor data do ano para o varejo, mas a palavra de ordem é economizar.

Segunda data comemorativa mais importante para o varejo nacional tanto em volume de vendas como em faturamento, o Dia das Mães de 2017 deve fazer com o que sete em cada dez (73%) brasileiros realizem pelo menos uma compra no período. Os dados são de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais. Embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. Apenas 10% desses consumidores disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte (38%) planeja gastar a mesma quantia que em 2016, enquanto 27% pensam em diminuir. Os consumidores que não vão comprar presentes representam 25% da amostra e os indecisos são 2%.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, ressalta a importância dessa data para o varejo.

– Essa pesquisa estima que, aproximadamente, 109 milhões de consumidores devem presentear nesse dia das mães e aponta uma injeção de quase 14 bilhões de reais nos setores de comércio e serviços. É um segundo natal e nesse cenário de crise, constatar que 70% dos brasileiros vão às compras traz certo ânimo ao empresariado, mesmo sabendo que a maioria não vai gastar mais do que no passado – afirma Luiz Felipe.

A necessidade de economizar é a razão mais mencionada por aqueles que pretendem gastar menos no Dia das Mães, citado por 46% desses entrevistados. Outras justificativas são dificuldades financeiras (29%), o cenário econômico instável e aumento da inflação (23%) e o endividamento (14%). Dentre a minoria, que pretende aumentar os gastos com presentes, o desejo de comprar um produto melhor (43%) e o encarecimento dos presentes (40%) são os mais mencionados. Apenas 20% disseram que vão gastar mais porque tiveram melhoria na renda.

O pagamento a vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, citado por 65% da amostra, sendo que em 58% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 6%, no cartão de débito. O cartão de crédito será usado por 23% dos entrevistados, seja em parcela única (7%), em várias parcelas (14%) ou no cartão de loja (2%). Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve girar em torno de R$ 127, sendo que entre os indivíduos da classe C esse valor cai para R$ 112. Mais da metade (52%), contudo, não sabe o quanto irá gastar com os presentes, o que evidencia o comportamento cauteloso do consumidor.

Neste ano, os produtos mais procurados serão as roupas (26%), perfumes (20%), calçados (11%), cosméticos (8%) e flores ou chocolates (7%). Produtos com ticket médio mais elevado, como eletrodomésticos e smartphones, tiveram apenas 5% e 3%, respectivamente, das preferências.

A pesquisa foi realizada pelo SPC Brasil e pela CNDL no âmbito do ‘Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo’ em parceria com o Sebrae. Foram ouvidos, pessoalmente, 849 consumidores de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país. Para avaliar o perfil de compra, foram considerados 600 casos da amostra inicial que têm a intenção de comprar presentes. A margem de erro dessa amostra é de no máximo 4,0 pontos percentuais e a margem de confiança é de 95%.