Desburocratização do Cadastro Positivo agrada CDL Petrópolis

Aprovação pelo Senado do Projeto de Lei que facilita a inclusão de consumidores e empresas no banco de dados de bons pagadores pode ampliar a oferta de crédito no país.

 

A CDL Petrópolis, assim como a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) comemora a aprovação do Projeto de Lei Complementar 441/2017, que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo, pelo Plenário do Senado Federal, no último dia 13 de março.

Depois da sanção presidencial, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF ativo e empresas inscritas no CNPJ passarão a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que será feito de forma gratuita. O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pela CNDL e pelo SPC Brasil, que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, essa mudança nas regras pode significar maior oferta de crédito e redução dos juros.

– Considerar o histórico de bom pagador de um consumidor ou de uma empresa na hora de conceder crédito é uma novidade no Brasil. O mercado sempre se protegeu dos inadimplentes e o alto índice de contas não pagas sempre foi uma justificativa para aumentar os juros. Agora, com a análise do cadastro positivo do cliente, será possível premiar o bom pagador com juros menores e isso pode significar um aumento na oferta de crédito – avalia Luiz Felipe.

O  cadastro positivo  permitirá uma avaliação de risco mais justa e individualizada. Além disso, favorecerá mais assertividade por parte do empresário nos processos de análise e concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário, informações que permanecem preservadas, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

A mudança nas regras do Cadastro Positivo também deve estimular a competição na oferta de crédito entre instituições financeiras e empresas do varejo.

 

CDL alerta para o golpe da máquina de cartão de crédito

Fraude gera grandes prejuízos no comércio, acontece em várias cidades e se dá graças à desatenção do lojista ou de seus colaboradores.

 

As vendas com cartão de crédito ou débito são cada vez mais comuns no varejo brasileiro. Fechada a venda, o consumidor entrega um cartão ao lojista ou ao seu funcionário. Este  o insere numa máquina que, em muitos estabelecimentos, é entregue nas mãos do consumidor para que ele digite a senha.

Esse procedimento normal, corriqueiro, pode ser o início de uma fraude capaz de provocar grandes prejuízos ao comércio, isso porque golpistas estão distraindo lojistas e colaboradores nessa hora para que possam trocar a máquina da loja por outra dos fraudadores fazendo com que, a partir de então, todas as vendas daquele estabelecimento passem a ser creditadas na conta dos golpistas.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, faz um alerta aos comerciantes.

– Parece incrível que a criatividade dos criminosos tenha chegado a tanto, mas a verdade é que esse golpe vem sendo aplicado há tempos em várias cidades do Brasil e ele só é possível graças à desatenção, seja porque o movimento da loja é grande naquele dia, seja porque outros membros da quadrilha distraem a atenção de quem está fechando a venda. Por isso, a CDL Petrópolis resolveu lembrar aos lojistas de que todo cuidado é pouco para que novos casos não ocorram – afirma Luiz Felipe.

O grande alvo dos golpistas são as empresas que possuem mais de uma máquina de cartão sem fio, sendo que os postos de combustível são muito vulneráveis, inclusive pela grande movimentação, além do fato de que em muitos casos a máquina é entregue na mão do consumidor que muitas vezes nem sai do carro.

Para que o golpe dê certo é preciso distrair o lojista ou funcionário, seja numa conversa amigável informal ou fazendo algum pedido. Isso é preciso para que a pessoa ou algum comparsa possa trocar a máquina da loja por uma que ele traz consigo sem que ninguém perceba.

Em alguns casos os fraudadores passam a compra na máquina deles ou, para serem mais rápidos, informam que houve um problema com o cartão e pagam em dinheiro, sempre deixando o equipamento falso na loja.

Assim a loja vai usar a máquina falsa e tudo que for vendido a partir de então será direcionado para a conta dos golpistas e isso pode significar um grande prejuízo caso o lojista não esteja atento aos dados impressos nos seus comprovantes e não tenha um controle rigoroso das suas vendas com cartão.

Por isso o alvo preferencial dos fraudadores são as lojas com mais de uma máquina de cartão porque a “queda no faturamento” não chamará atenção tão rapidamente como na loja que só tem uma máquina já que, nesse caso, o lojista vai perceber mais depressa que suas vendas com cartão não estão sendo creditadas.

As contas para onde são direcionados os créditos das vendas registradas nas máquinas falsas geralmente estão em nome de “laranjas” e, em alguns casos, para não correrem o risco de bloqueios nas contas por parte dos bancos, os golpistas solicitam antecipação dos recebíveis e sacam rapidamente os valores.

Outra modalidade de golpe com as maquinas de cartão de crédito consiste na visita de falsos técnicos trazendo equipamentos para serem substituídos. Por isso, é importante ficar atento a manutenções não solicitadas checando sempre a identidade dos técnicos e ligando para as empresas fornecedoras dos equipamentos.

Atenção e cuidado são as melhores armas para se proteger desses golpes. Atenção à maquina de cartão de crédito na hora em que o cliente estiver digitando a senha e cuidado para que o equipamento não fique em local de fácil acesso a pessoas estranhas. Outra medida eficaz é colocar alguma marca identificadora nas máquinas,  além de manter uma rotina de conferência regular das vendas com cartão, nem que seja a simples checagem do número do CNPJ nos comprovantes das vendas do dia.

Crise econômica muda hábitos de consumo dos brasileiros

CDL Petrópolis divulga pesquisa mostrando que 79% dos brasileiros estão controlando despesas, reduzindo as contas básicas e até pesquisando os preços antes de consumirem.

 

Diante de um cenário econômico desfavorável, boa parte das famílias passou a administrar melhor o orçamento e, consequentemente, criaram uma relação mais saudável com o dinheiro. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). De acordo com o estudo, oito em cada dez (79%) brasileiros mudaram seus hábitos no dia a dia e entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços (59%) antes da aquisição de algum produto — percentual que chega a 68% nas classes A e B.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, embora o motivador dessa mudança de hábitos tenha sido a crise econômica é muito positivo que os brasileiros estejam mais conscientes dos seus gastos.

– É claro que o empresariado quer vender, mas de nada adianta vender se o consumidor compromete seu orçamento com dívidas que não poderá honrar. Essa pesquisa da CNDL mostra que de todas as coisas ruins que a crise econômica nos trouxe, existe pelo menos um ponto a se louvar que é essa mudança de hábito dos brasileiros, agora mais preocupados com o planejamento de seus gastos e até pesquisando preços o que, em minha opinião, é muito saudável para o mercado porque estimula a concorrência – avalia Luiz Felipe.

A pesquisa aponta ainda que 56% passaram a limitar gastos com lazer e 55% a controlar despesas pessoais. O aperto financeiro também fez com que muitas pessoas encontrassem alternativas para economizar. Mais da metade (54%) dos entrevistados procurou reduzir o consumo de luz, água e telefone, de olho no valor da conta. Outros 53% passaram a ficar atentos às promoções em busca de preços menores, enquanto 46% substituíram produtos por marcas similares mais baratas e 42% admitem ter incorporado em sua rotina a prática de pechinchar.

As mudanças no padrão de vida para driblar os momentos de dificuldades acabaram causando impactos emocionais nos brasileiros, que viram seu poder de compra ser afetado. Para 32% dos entrevistados, a vontade de ter algo e não poder tem provocado uma sensação de impotência. Já 26% mostram-se constrangidos por não conseguir dar à família o que deseja e 25% demonstram frustração por deixar de comprar certos produtos que gostam. Em contrapartida, uma parcela considerável (37%) se diz satisfeita por manter, ao menos, os gastos essenciais e outra aliviada (33%) por não estourar o orçamento.

O levantamento quis saber ainda se o novo comportamento dos brasileiros deve se manter diante das perspectivas de recuperação da economia. Considerando um cenário mais favorável para 2019, com a retomada dos empregos e o acesso ao crédito, os dados indicam que a maioria pretende continuar com os mesmos hábitos adquiridos na crise. O principal item apontado é a economia de luz, água e telefone, mencionado por 71% dos entrevistados.

Entre outras práticas citadas estão a troca de produtos por outros de marca mais em conta (68%), atenção às promoções para obter menor preço (67%) e até cortar ou reduzir o valor pago com serviços por assinatura (65%) — TV ou internet, por exemplo. Há ainda aqueles dispostos a aumentar a frequência com que poupam, de pelo menos parte dos rendimentos (47%), e pechinchar ou pedir desconto nas compras (33%).

Por outro lado, parte dos entrevistados reconhece que pode vir a deixar de lado atitudes adquiridas com a crise, tão logo a situação volte a melhorar, como reduzir gastos com lazer (16%), evitar parcelamentos muito longos (15%) e resistir a itens de alimentação supérfluos (11%). A razão mais citada para esse comportamento é o fato de retomar o estilo de vida que se tinha nos momentos de bonança da economia (42%). A preferência por boas marcas, mesmo sendo mais caras (27%), aparece como segundo motivo e, em seguida, vem a dificuldade em manter uma vida financeira regrada (23%).

Dinheiro extra do PIS/PASEP será usado para pagar dividas

Pesquisa da CNDL/SPC Brasil aponta que 45% dos brasileiros que têm direito a sacar as cotas do PIS/PASEP pretende usar os recursos para quitar dívidas em atraso

 

Os recursos do fundo PIS/PASEP, cujos novos saques estão liberados para trabalhadores de todas as idades desde o dia 14/08, devem ajudar muitos brasileiros a sair do sufoco financeiro. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito aponta que 45% dos cotistas devem utilizar os recursos para pagar dívidas em atraso – o percentual sobe para 57% considerando apenas os consumidores das classes C, D e E.

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza,  a iniciativa de liberar esses recursos é muito bem vista pelos varejistas porque, além de injetar recursos na economia, pode ajudar muitos consumidores a recuperar o crédito.

– Nesse momento de dificuldade que a economia atravessa, a injeção desses recursos extras no mercado, quase R$ 40 bilhões,  é muito bem vinda e como esse levantamento do SPC Brasil demonstrou, esse dinheiro inesperado será usado por quase metade dos beneficiários para quitar dívidas em atraso o que é muito positivo porque reduzirá a inadimplência, ao mesmo tempo em que pode recolocar esses consumidores no mercado – aponta Luiz Felipe.

Em segundo lugar,  o dinheiro extra será usado para investimentos, com 30% de citações. Há ainda 30% de entrevistados que devem pagar despesas do dia a dia com o saldo disponível e 15% que anteciparão o pagamento de contas não atrasadas, como prestações da casa, do carro ou crediário, por exemplo. Outros 9% de entrevistados vão usar o dinheiro para adquirir roupas e calçados.

Tem direito a sacar recursos, os trabalhadores de empresas públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o PASEP entre os anos de 1971 e 1988 e que não tenham resgatado o saldo. Ao todo, aproximadamente 28,75 milhões de cidadãos brasileiros têm direito ao saldo das contas, o que deve totalizar uma injeção de R$ 39,52 bilhões na economia, segundo dados oficiais do governo.

De acordo com a pesquisa, 14% dos brasileiros ainda não sabem se têm direito ou não ao recebimento do benefício e 10% desconheciam a informação de que o governo havia liberado os saques.

A pesquisa foi realizada em 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Comerciantes festejam seu dia com novos desafios

Comemorado nesta segunda-feira 16 de julho, o Dia do Comerciante é propicio para refletir sobre o momento atual do varejo brasileiro, aponta presidente da CDL Petrópolis

 

Crise econômica, aumento da inadimplência, incremento do comércio virtual, clientes mais exigentes e busca constante de um diferencial na hora de oferecer bens e serviços são só alguns dos desafios que os novos tempos trazem para os empresários do comércio.

Nesta segunda-feira, 16 de julho, comemora-se o Dia do Comerciante e, segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, é preciso que a categoria reflita sobre algumas questões para que essa atividade econômica tão importante se mantenha cada vez mais atuante.

– Ser comerciante significa ter disposição para enfrentar desafios. Cada vez que as portas das nossas lojas são abertas a incerteza é nossa constante parceira. Não sabemos se teremos clientes, se os clientes vão gostar das mercadorias que oferecemos, se os preços estarão adequados à realidade econômica do momento e, muitas vezes, não temos certeza se receberemos por aquilo que vendemos a prazo. Mas, apesar de tudo isso, ser comerciante é também ser criativo para vencer as crises, acompanhar a modernidade e, acima de tudo, manter um relacionamento de confiança e cordialidade com os consumidores, nossa razão de existir – afirma Luiz Felipe.

O presidente da CDL Petrópolis lembra ainda que a entidade, há mais de 50 anos atua como parceira dos empresários, moderniza-se e além dos serviços de informações de crédito que contribuem no combate à inadimplência do setor hoje oferece vários produtos que auxiliam na gestão das empresas comerciais, também oferece convênios que vão desde planos de saúde até protesto sem custas iniciais, passando pelas parcerias com universidades e fornecimento de certificado digital.

– Se o comerciante tem muitos desafios a enfrentar no seu dia a dia, tem também uma grande parceira na CDL Petrópolis que atua tanto em favor do empresariado como também está presente na vida da comunidade petropolitana, destacando-se como uma das mais importantes entidades da sociedade civil organizada – conclui Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza.

Horário dos bancos nos jogos do Brasil na Copa do Mundo

A Febraban divulga circular do Banco Central do Brasil que estipula horário especial para funcionamento das agências bancárias

A Federação Brasileira dos Bancos divulgou a Circular 3.897, de 09.05.2018, que recomenda aos bancos a adoção de um horário de funcionamento das agências bancárias das capitais, regiões metropolitanas e também das cidades do interior nos dias úteis em que a Seleção Brasileira de Futebol entrar em campo nos jogos da Copa do Mundo de Futebol, na Rússia.

Segundo a Circular, o horário alternativo se justifica por questões de segurança das agências e também por causa do transporte de valores. Os horários, que têm por referência a hora oficial de Brasília, são os seguintes:

– Jogos no horário das 9 hs:
– Funcionamento das 13 às 17 hs, no interior, capitais e regiões metropolitanas.
– Jogos no horário das 11 hs:
– Funcionamento das 8h30 às 10h30, retornando às 14 hs e fechando às 16 hs, no interior, capitais e regiões metropolitanas.
– Jogos no horário das 15 hs:
– Funcionamento das 9 h às 13 hs, no interior, capitais e regiões metropolitanas.

Na fase classificatória o Brasil joga dia 17/06, domingo, às 15 hs, dia 22/06, sexta-feira, às 9 hs e dia 27/06, quarta-feira, às 15 hs.

Dia das mães deve movimentar R$ 17 bilhões no comércio

Estimativa do SPC Brasil e CNDL é que 111,5 milhões de pessoas comprem presentes nessa data, com gasto médio de R$ 153.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar um levantamento sobre a expectativa de vendas na segunda data comemorativa mais importante para o varejo em faturamento, o Dia das Mães. Segundo a pesquisa, 74% dos brasileiros devem fazer ao menos uma compra no período. Segundo estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 111,5 milhões de brasileiros devem presentear alguém neste Dia das Mães,  injetando cerca de 17,05 bilhões de reais na economia.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esses números se explicam pelo apelo emocional dessa data.

– É o nosso segundo natal. E nesse cenário de crise econômica, o dia das mães pode trazer um alento para o comércio, embora o setor sempre se mantenha de pés no chão, sabendo que existem muitos fatores capazes de influenciar na decisão de compra, quando o dinheiro está curto. Mas, de qualquer forma, o consumidor não deixa essa data passar em branco e é isso que os números dessa pesquisa revelam – explica Luiz Felipe.

Por conta disso, embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. 19% dos consumidores entrevistados disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte, no entanto (36%), planeja gastar a mesma quantia que em 2017, enquanto 18% pensam em diminuir.

Entre os que pretendem gastar mais, as principais razões são comprar um presente melhor (58%), ter melhorado sua renda melhor este ano (33%) e acreditar que os presentes estão mais caros (29%). Já entre os que pretendem gastar menos, o fato de estar com o orçamento apertado (48%), querer economizar (27%) e estar desempregado (26%) são os principais motivos.

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, sendo que em 53% dos casos as compras serão em dinheiro e em 24%, no cartão de débito. O cartão de crédito parcelado será usado por 28% dos entrevistados. Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

De acordo com o levantamento, a maioria (44%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Somente 8% dos entrevistados disseram que iriam comprar quatro ou mais itens.

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve ser de R$ 152,98. No entanto, praticamente um terço dos entrevistados (34%) está indeciso e ainda não sabe ou não decidiu o valor que pretende desembolsar este ano.

A maioria (59%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2017. Por outro lado, 38% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 2% acreditam que os produtos estão mais baratos.

Neste ano, os presentes mais procurados serão as roupas (42%), perfumes (36%), calçados (23%) e cosméticos (21%). Questionados sobre o principal fator que os entrevistados levam em consideração na hora de escolher o produto, 27% elegeram a qualidade do presente, 21% priorizam o perfil da presenteada, 16% o desejo da presenteada e 13% o preço do presente. A própria mãe (79%) será a mais presenteada, como também as esposas (23%) e as sogras (19%).

Perguntados se pretendem fazer pesquisa de preço antes de irem às compras, a maioria dos entrevistados (80%) afirma que sim, já 14% não pretendem, seja porque vão comprar nos estabelecimentos que já têm costume (6%), por gostarem de comprar o que veem e agrada (6%) ou por não terem tempo (2%).

A pesquisa foi realizada através de entrevistas com 767 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia das Mães. Em seguida, continuaram a responder o questionário 602 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Dia das Mães este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,5 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%.

Associados à CDL têm taxas especiais de financiamento na Caixa

Programa “Avança Varejo” é uma parceria nacional entre a CNDL e a Caixa Econômica Federal com objetivo de impulsionar o setor

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis, através da Confederação Nacional das CDLs (CNDL), integra o convênio firmado com a Caixa Econômica Federal que criou o Programa Avança Varejo, cujo objetivo é destinar um montante de R$ 1 bilhão em 2017 para os associados das CDLs em todo o país, buscando impulsionar a economia. O presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, comemora a parceria.

– Esse convênio chega em muito boa hora. Agora no final do ano os empresários precisam investir na reposição dos estoques para as vendas de fim de ano além de se capitalizarem para fazer frente às obrigações como o 13º salário, por exemplo. Nesse momento de crise, poder contar com taxas especiais para financiamento num banco público é, sem dúvida, uma grande oportunidade. Como presidente da CDL fico particularmente satisfeito por fazer parte desse esforço em favor dos nossos associados e em prol do desenvolvimento econômico como um todo – aponta Luiz Felipe.

O programa Avança Varejo dá acesso a linhas de financiamento com taxas diferenciadas para capital de giro; crédito rotativo e cheque especial; crédito para investimentos, podendo financiar a aquisição de máquinas, equipamentos e aumento de produção e até mesmo condições especiais para serviços bancários como cobrança e folhas de pagamento.

As linhas de capital de giro, por exemplo, têm prazo de até 60 meses com taxas de juros a partir de 0,83%, enquanto operações com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) têm taxas de juros de 5% ao ano e prazo de até 48 meses, com a possibilidade de seis meses de carência, de acordo com as condições particulares de cada empresa, avaliadas pela CEF.

Para saber mais detalhes e fazer simulações basta acessar o site www.cdlpetropolis.com.br e clicar no banner “Avança Varejo”, indicando a CDL Petrópolis como entidade a qual a empresa está associada.

Quem ainda não for filiado à CDL pode obter maiores informações sobre associação pelo telefone 2244-1911.

Ikonic Institute oferece cursos com desconto para associados CDL

Aulas dos cursos rápidos começam agora em outubro e em fevereiro de 2018
haverá outro com 10 meses de duração.


         A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis e o Ikonic Institute, que tem à frente o professor Fernando Santi, estão oferecendo cursos de Inteligência Emocional, Programação Neurolinguística e uma Certificação Internacional em Coaching Sistêmico, com descontos de 20% para os associados da CDL Petrópolis. Para o presidente da entidade empresarial, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, trata-se de uma grande oportunidade para os associados.

– Eu não tenho dúvidas de que se trata de uma excelente chance para os empresários da nossa cidade ampliarem o seu leque de conhecimentos. Não é a primeira vez que a CDL abre as portas para o professor Fernando Santi que tem realizado cursos com grande aproveitamento em nossa entidade e dessa vez, estou certo, não será diferente – afirma o presidente da CDL Petrópolis.

O curso de Inteligência Emocional, que consiste na capacidade de reconhecer e gerenciar nossas emoções e as dos outros, saber motivar-se e administrar os nossos relacionamentos pessoais, começa no dia 19.10 e terá a duração de quatro quintas-feiras, sempre de 19 às 21 horas.

O curso de Programação Neurolinguística, que proporciona uma compreensão profunda do funcionamento da mente, permitindo maior equilíbrio e controle nos aspectos físico, mental e espiritual, fazendo com que a pessoa seja capaz de transmitir mensagens de forma clara e decisiva, acontecerá aos sábados e domingos, de 9 às 18 hs, começando em 21.10.

Em fevereiro de 2018, começa o curso de Certificação Internacional em Coaching, que terá a duração de 10 meses, com aulas aos sábados das 9 às 18 horas.

Fernando Santi, que ministrará os cursos, atua como professor de Programação Neurolinguistica, coaching e hipnose há mais de 18 anos. Já formou mais de 3 mil alunos e conta com mais de 10 mil horas de experiência em atendimento como Coach e Terapeuta.

As aulas acontecerão no auditório da CDL, na rua irmãos D`Angelo, 48 sobreloja. Inscrições e maiores informações em www.ikonic.com.br/pnl ou pelo WhatsApp (11) 96502-4233.

Pesquisa aponta ligeiro aumento da confiança do consumidor

Levantamento revela ainda que 40% dos consumidores avaliam sua vida financeira como ruim e 79% estão pessimistas com a economia do país.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis divulgou os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pelo segundo mês consecutivo, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 42,3 pontos em agosto, ante os 41,4 pontos em julho. A pesquisa mostra que o consumidor brasileiro segue cauteloso: 40% avaliam, no momento atual, sua vida financeira como ruim e apenas 12% como boa – já para a avaliação da economia, o percentual dos que acreditam estar ruim sobe para 79% e o de otimistas apenas 3%.

O presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza faz uma análise desses dados.

– É importante que a confiança do consumidor esteja voltando, ainda que timidamente. Mas nesse momento é preciso ser realista. Esses números também revelam que os brasileiros enfrentam dificuldades sérias na administração do seu orçamento, principalmente para honrar seus compromissos financeiros, em função de um índice de desemprego alarmante, entre outros fatores. Para o varejo é importante olhar para esses números e buscar soluções de mercado para esse momento particular da nossa economia. Precisamos vender, sem dúvida, é fundamental manter a economia funcionando, mas precisamos planejar corretamente e para isso é necessário que, nesse segundo semestre, a retomada econômica avance – avalia Luiz Felipe.

Os dados do Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,1 pontos em agosto ante 30,2 pontos em julho, mostra que entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (49%), o aumento dos preços (25%) e as altas taxas de juros (8%).

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 36% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (32%), a queda da renda familiar (17%), a perda de controle financeiro (5%) e imprevistos (4%).

A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e da sua própria vida financeira. Considerando as expectativas dos consumidores para a economia, apenas 21% disseram estar otimistas com os próximos seis meses, ao passo que 34% disseram estar pessimistas. De acordo com o indicador, 28% dos pessimistas com a economia não têm boas expectativas por acreditar que a corrupção atrapalha o desempenho do país. Outra razão citada é o alto nível de desemprego que ainda se nota (20%). Também se menciona a discordância com a atual política econômica (17%); o fato de as instituições e leis não favorecerem o desenvolvimento do país (13%) e a alta dos preços (10%).

No caso das expectativas para a vida financeira, 60% manifestaram boas expectativas para a vida financeira e 10% manifestam expectativas ruins ou muito ruins. Apesar disso, a maior parte dos consumidores otimistas não sabe ao certo justificar as razões do otimismo (37%). Há, no entanto, 27% que respaldam sua posição na perspectiva de conseguir um novo emprego ou promoção; 11% que acreditam que a economia irá melhorar, 8% que dizem estar investindo na profissão e 8% afirmam ter feito uma boa gestão das finanças.

Para quase metade dos consumidores (52%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida e é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 75% notaram que os preços aumentaram nesses locais em agosto, em comparação ao mês anterior. Para 75%, também aumentaram as tarifas de combustíveis (em julho o percentual era de 41%). Ainda houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (47%) e telefone fixo/celular (46%).

Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira.