Evento para micro e pequenas empresas em Petrópolis

Encontro acontece dia 23/05, no Palácio Quitandinha, com entrada franca

 

A cidade de Petrópolis será palco do Rio em Ação – Agenda Positiva Micro e Pequena Empresa, no próximo dia 23/05/18, no Palácio Quitandinha.  A iniciativa gratuita, comandada pela AgeRio, o Banco do Brasil, a Caixa e o Sebrae/RJ, é voltada para micro e pequenas empresas da região.

Durante o evento os participantes irão receber informações sobre financiamento a projetos de inovação, capital de giro, máquinas e equipamentos, abertura e modernização de instalações, entre outros. Serão feitas palestras e atendimentos individualizados. Interessados podem se inscrever em www.rioemacao.com.br

Com uma oferta de mais de R$ 2 bilhões em créditos e um quadro de técnicos das quatro instituições disponível para prestar informações sobre linhas de financiamento e orientação financeira, o Rio em Ação pretende alavancar a economia local, criando uma agenda positiva em todo o estado.

Confira a programação

Palestras

14h15 – Soluções financeiras para Inovação (AgeRio)

15h – Novo Refis: como regularizar créditos (CRC / Sebrae/RJ)

15h45 – Soluções Empresariais (Banco do Brasil)

16h30 – Soluções completas micro e pequenas empresas (Caixa Econômica Federal)

 

Atendimentos

14h às 18h

*Os atendimentos a empresários serão realizados por equipes da AgeRio, Banco do Brasil, Caixa e Sebrae/RJ ao longo de todo o evento

Presidente da CDL Petrópolis reeleito para mais três anos de mandato

Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza permanece à frente da entidade até 2021. Chapa eleita traz mudanças na diretoria e no conselho fiscal

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis realizou na noite da última quinta-feira, 17 de maio,  uma Assembleia Geral Ordinária, conforme determinam os seus estatutos, para eleição do presidente, vice-presidente, diretores e membros do Conselho Fiscal da entidade. Reeleito para um mandato de mais três anos, o presidente da CDL Petrópolis Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, falou sobre o seu plano de ação.

– Com o auxílio fundamental dos diretores e conselheiros eleitos junto comigo vamos prosseguir no trabalho de fortalecimento da CDL Petrópolis a fim de que possamos continuar atuando em favor não apenas dos empresários associados, mas também de toda a comunidade petropoliana, isso porque temos uma história de mais de meio século como uma das mais representativas entidades da sociedade civil organizada de nossa cidade – declarou Luiz Felipe.

Dessa forma, de acordo com o plano de atividades proposto, a CDL continuará promovendo campanhas promocionais, investindo em tecnologia e informática, implantando novos serviços que auxiliem os empresários a vender com segurança, em parceria com o SPC Brasil e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e também com instituições públicas e privadas, além de manter serviços como assessoria jurídica e os veículos de comunicação próprios da entidade e investir em melhorias no espaço físico da CDL Petrópolis.

Além do presidente Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, integram a diretoria da CDL Petrópolis os empresários Roberto Cury, vice-presidente; Cid Vieira da Silva, diretor secretário; José Coelho de Queiróz, diretor financeiro; Sérgio Luiz Maiworm, diretor de relações institucionais; Claudio Ferreira Mohammad, diretor de serviços; Vanir Lucio Moreno de Macedo, diretor de aperfeiçoamento profissional e Vinícius de Barros Souza, diretor de tecnologia e informática, todos eles empreendedores em atividade no comércio petropolitano.

O Conselho Fiscal é formado pelos membros efetivos Mauricio de Souza Coutinho, Lino Angelo Moreira Soares e Marco André Pereira. Na suplência estão os empresários Alex Sandro Martins e José Roberto Gonçalves, além da empresária Irene Dutra Jaber.

Dia das mães deve movimentar R$ 17 bilhões no comércio

Estimativa do SPC Brasil e CNDL é que 111,5 milhões de pessoas comprem presentes nessa data, com gasto médio de R$ 153.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar um levantamento sobre a expectativa de vendas na segunda data comemorativa mais importante para o varejo em faturamento, o Dia das Mães. Segundo a pesquisa, 74% dos brasileiros devem fazer ao menos uma compra no período. Segundo estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 111,5 milhões de brasileiros devem presentear alguém neste Dia das Mães,  injetando cerca de 17,05 bilhões de reais na economia.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esses números se explicam pelo apelo emocional dessa data.

– É o nosso segundo natal. E nesse cenário de crise econômica, o dia das mães pode trazer um alento para o comércio, embora o setor sempre se mantenha de pés no chão, sabendo que existem muitos fatores capazes de influenciar na decisão de compra, quando o dinheiro está curto. Mas, de qualquer forma, o consumidor não deixa essa data passar em branco e é isso que os números dessa pesquisa revelam – explica Luiz Felipe.

Por conta disso, embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. 19% dos consumidores entrevistados disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte, no entanto (36%), planeja gastar a mesma quantia que em 2017, enquanto 18% pensam em diminuir.

Entre os que pretendem gastar mais, as principais razões são comprar um presente melhor (58%), ter melhorado sua renda melhor este ano (33%) e acreditar que os presentes estão mais caros (29%). Já entre os que pretendem gastar menos, o fato de estar com o orçamento apertado (48%), querer economizar (27%) e estar desempregado (26%) são os principais motivos.

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, sendo que em 53% dos casos as compras serão em dinheiro e em 24%, no cartão de débito. O cartão de crédito parcelado será usado por 28% dos entrevistados. Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

De acordo com o levantamento, a maioria (44%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Somente 8% dos entrevistados disseram que iriam comprar quatro ou mais itens.

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve ser de R$ 152,98. No entanto, praticamente um terço dos entrevistados (34%) está indeciso e ainda não sabe ou não decidiu o valor que pretende desembolsar este ano.

A maioria (59%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2017. Por outro lado, 38% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 2% acreditam que os produtos estão mais baratos.

Neste ano, os presentes mais procurados serão as roupas (42%), perfumes (36%), calçados (23%) e cosméticos (21%). Questionados sobre o principal fator que os entrevistados levam em consideração na hora de escolher o produto, 27% elegeram a qualidade do presente, 21% priorizam o perfil da presenteada, 16% o desejo da presenteada e 13% o preço do presente. A própria mãe (79%) será a mais presenteada, como também as esposas (23%) e as sogras (19%).

Perguntados se pretendem fazer pesquisa de preço antes de irem às compras, a maioria dos entrevistados (80%) afirma que sim, já 14% não pretendem, seja porque vão comprar nos estabelecimentos que já têm costume (6%), por gostarem de comprar o que veem e agrada (6%) ou por não terem tempo (2%).

A pesquisa foi realizada através de entrevistas com 767 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia das Mães. Em seguida, continuaram a responder o questionário 602 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Dia das Mães este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,5 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%.

Protesto de títulos pode ajudar a combater a inadimplência

Pesquisa do SPC Brasil revela redução do índice de recuperação de crédito em fevereiro e CDL Petrópolis aponta protesto de títulos como caminho para evitar prejuízo com dívidas não pagas

 

O Indicador de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país apresentou um  recuo de -0,80% no último mês de fevereiro, se considerado o acumulado em 12 meses. Isto é, o número de exclusões de registros de inadimplência mediante pagamento integral da dívida ou renegociação do débito caiu em todo o país e, considerando-se apenas a região Sudeste, a queda foi de -6,39% . Esse dado preocupante para o comércio levou o presidente da CDL Petrópolis Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza a lembrar aos empresários do setor sobre a importância de, além do registro no SPC Brasil, protestar os títulos, depois de esgotados os procedimentos de cobrança.

– O protesto de títulos é um instrumento muito eficiente para combater a inadimplência. Nós temos consciência que o momento de crise econômica do país é sério e delicado, mas os empresários que geram emprego e renda precisam receber seus créditos. Então se as cobranças não surtem efeito e se as possibilidades de negociação das dívidas não avançam, por que não protestar? Ainda mais que os associados da CDL Petrópolis podem se valer de um convênio que os isenta das custas iniciais do processo e nós temos informações de que muitos filiados que optaram pelo protesto têm tido sucesso na recuperação de seus créditos – afirma Luiz Felipe.

O convênio em questão foi firmado com o Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil, Seção RJ, e proporciona uma economia considerável às empresas e profissionais liberais associadas à CDL Petrópolis que, ao contrário do que acontece normalmente, não precisam pagar para dar início ao processo de protesto.

Para que o associado à CDL Petrópolis possa usufruir dos benefícios desse convênio, é preciso assinar um termo de adesão, diretamente na sede da entidade ou, imprimindo o formulário que está disponível no site www.cdlpetropolis.com.br.

Os títulos de crédito que podem ser protestados são diversos, desde notas promissórias, duplicatas e até contratos ou um cheque, nesse caso, respeitando-se as limitações legais que se referem à alínea que determinou a devolução e aos prazos específicos do cheque, de acordo com as normas do Banco Central.

O Indicador de Recuperação de Crédito mostra a evolução da quantidade de devedores que deixaram o cadastro de inadimplentes num dado mês por conta do pagamento das suas pendências em atraso, bem como a quantidade de dívidas. Para isso, são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) tem acesso. Os dados são de abrangência nacional.

Quase 70% dos brasileiros pretende comprar chocolates na Páscoa

Pesquisa do SPC Brasil e da CNDL aponta que 68,7 % dos consumidores deve comprar presentes na Páscoa, enquanto 19,4% não se decidiram ainda e 11,9% não devem gastar nessa data.

O comércio varejista deve registrar uma boa movimentação no final do primeiro trimestre de 2018, por conta da Páscoa. Uma estimativa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que cerca de 103,9 milhões de brasileiros devem realizar compras para a ocasião. O percentual de 68,7% dos consumidores que pretendem comprar na Páscoa de 2018 supera a intenção de compras do ano passado para a mesma data, que era de 57%. Apenas cerca de 12% não pretendem ir às compras este ano e 19% ainda não decidiram o que fazer.

Entre os consumidores que vão realizar compras na Páscoa, a maior parte (41%) relata a intenção de gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 36% vão gastar menos e 15% garantem que gastarão mais. Dentre estes, as justificativas incluem o desejo de comprar mais produtos (57%), o fato de achar que os preços estão mais altos (37%) e acreditar que os produtos estão com um preço muito bom e vale a pena aproveitar (29%).

Já aqueles que vão gastar menos justificam sua decisão dizendo que pretendem economizar (48%), que os preços subiram demais e a renda mensal não acompanhou o aumento (46%) e porque não querem fazer dívidas (31%).

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, a pesquisa revela dados bastante otimistas para o setor, embora as compras de Páscoa estejam concentradas num nicho muito específico do mercado.

– Se o consumidor está disposto a ir às compras, superando as intenções do ano passado, é sempre bom. Isso nos deixa otimista para as próximas datas significativas, como o dia das mães, por exemplo, nosso segundo natal. Vamos esperar que a recuperação econômica e, principalmente a volta dos empregos, se concretize o mais rápido possível para retomarmos o caminho do crescimento econômico beneficiando todo o setor – afirma Luiz Felipe.

O levantamento do SPC Brasil mostra que 44% dos consumidores pretende comprar a mesma quantidade de produtos que na Páscoa de 2017, 31% pretende consumir mais produtos e 14% menos. A média de compras esperada é de cinco produtos e o gasto total médio, R$ 135,03.

A pesquisa revela ainda que 41% dos consumidores ouvidos têm a sensação de que os preços dos produtos para a Páscoa estão mais caros neste ano do que em 2017 – percentual que era 56% na sondagem do último ano – . Para 31%, os valores estão na mesma faixa e apenas 9% acreditam em preços menores.

Seis em cada dez consumidores pretendem comprar ovos de chocolate (61%), enquanto 51% preferem os bombons e 48% as barras de chocolate. Entre estes últimos, os principais motivos da preferência são por considerar que a celebração é mais importante do que a forma do chocolate (50%) e por achar que as barras e bombons são mais baratos (39%).

A preferência é para o  pagamento à vista, seja em dinheiro (63%) ou no débito (38%). Outros 25% pagarão no cartão de crédito em parcela única, enquanto 22% preferem o parcelamento, entre 3 e 5 prestações.

A pesquisa ouviu inicialmente 859 consumidores de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país para identificar o percentual de pessoas com intenção de gastar na Páscoa. Para avaliar o perfil de compra, foram considerados 600 casos da amostra inicial. A margem de erro é de no máximo 4,0 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Mais de 60 milhões de brasileiros negativados no SPC Brasil

Levantamento aponta  que  o maior número de inadimplentes concentra-se na Região Sudeste e atinge as pessoas entre 30 e 39 anos de idade.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados do Indicador de Inadimplência do Consumidor do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) que aponta um número preocupante.  61,7 milhões de brasileiros estão com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas.  O número representa 40,5% da população com idade entre 18 e 95 anos.

Em fevereiro, houve um acréscimo de 2,71% na quantidade de inadimplentes, na comparação com o mesmo mês do ano passado e entre janeiro e fevereiro de 2018, o indicador apresentou aumento de 0,55%. Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, esse dado demonstra que a crise econômica persiste no país, impactando os consumidores.

– A inadimplência muitas vezes está ligada a um descontrole com as finanças daquelas pessoas que têm dificuldades para planejar o orçamento, mas não se pode ignorar que num quadro onde o nível de desemprego continua alto muitos consumidores simplesmente não conseguem honrar seus compromissos. Com isso, ficam fora do mercado o que impacta o varejo, sem contar o prejuízo que a falta de pagamento das contas traz para os comerciantes. Outro dado importante é que o lojista precisa se precaver na hora de vender a prazo, por isso deve consultar os serviços de informações do SPC Brasil que a CDL Petrópolis oferece. Afinal ali constam mais de 61 milhões de brasileiros que, infelizmente, estão sem crédito no momento – afirma Luiz Felipe.

A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos que se observa a maior frequência de negativados. Em fevereiro de 2018, pouco mais da metade da população nesta faixa etária (51%) tinha o nome registrado em cadastros de devedores.

Também merece destaque o fato de porcentagem significativa da população com idade entre 40 e 49 anos (49%) estar negativada, da mesma forma que acontece com os consumidores com idade entre 25 a 29 (46%). Entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 20%. Na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 31%.

É na região Sudeste em que se concentra a maior quantidade de consumidores com contas em atraso, em termos absolutos: 26,7 milhões – número que responde por 40% do total de consumidores residentes no estado. A segunda região com maior número absoluto de devedores é o Nordeste, que conta com 16,49 milhões de negativados, ou 41% da população. Em seguida, aparece o Sul, com 8,10 milhões de inadimplentes (36% da população adulta).

Já em termos proporcionais, destaca-se o Norte, que, com 5,49 milhões de devedores, possui 46% de sua população adulta incluída nas listas de negativados, o maior percentual entre as regiões pesquisadas. O Centro-Oeste, por sua vez, aparece com um total de 4,93 milhões de inadimplentes, ou 42% da população.

Os dados revelam ainda que o setor que apresentou a maior alta foi comunicação, com variação de 10,20%, seguido pelos bancos, com avanço de 2,31%. Já os setores de água e luz e o de comércio observaram queda de, respectivamente, 4,25% e 6,78%.

Em termos de participação, os bancos detêm pouco mais da metade do total de dívidas (50%). Em seguida, aparece o Comércio (18%); o setor de Comunicação (14%); e de Água e Luz (8%).

O Indicador de Inadimplência do Consumidor reúne todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil e a CNDL têm acesso. As informações disponíveis referem-se às capitais e cidades do interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

2018 começa com alta de 2,10% na inadimplência, revela CDL Petrópolis

Indicador de Inadimplência do SPC Brasil e da CNDL mostra que número de devedores aumentou enquanto o volume de dívidas caiu -1,94%, em janeiro.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados apurados pelo Indicador de Inadimplência do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o volume de brasileiros com contas em atrasos e com restrições no CPF abriu o ano de 2018 com alta de 2,10% na comparação com o mês de janeiro do ano passado. Trata-se do crescimento mais expressivo desde junho de 2016, quando a alta fora de 2,78%. Na comparação mensal, ou seja, com dezembro de 2017, sem ajuste sazonal, o aumento na quantidade de devedores foi de 0,96%, a maior desde maio do ano passado.

Segundo estimativa do SPC Brasil e da CNDL, atualmente são mais de 60,7 milhões de consumidores brasileiros inscritos em cadastros de inadimplentes, número que representa aproximadamente 40% da população adulta que reside no país.

Segundo o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, existe uma esperança de que a inadimplência recue nos próximos meses.

– Nota-se uma recuperação ainda tímida da economia brasileira o que nos dá algum alento. Mas, esse fator somente se fará notar na queda da inadimplência se houver recuperação mais acentuada do emprego para que o consumidor possa pagar seus compromissos em atraso e recuperar seu crédito. De toda forma, esse início de ano é sempre um período difícil para o consumidor em função das despesas sazonais com impostos, volta às aulas e os compromissos parcelados das compras de natal. Então é preciso muita responsabilidade para não haver descontrole dos gastos – explica Luiz Felipe.

A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos que se observa a maior frequência de consumidores inadimplentes. Metade (50%) da população nesta faixa etária iniciou o ano de 2018 com o nome inscrito em alguma lista de devedores – um total de 17,3 milhões de consumidores nessa situação. Também merece destaque uma porcentagem significativa da população com idade entre 40 e 49 anos estar negativada: 13,4 milhões, ou 48% do total dessa população.

O indicador ainda revela que entre os mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, a proporção de inadimplentes cai para 20% – em número absoluto, são 4,8 milhões. Já na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 31%, o que representa cinco milhões de pessoas com o CPF inscrito em cadastros de inadimplentes.
Nas demais faixas etárias são 7,8 milhões de inadimplentes entre 25 e 29 anos; 12,2 milhões entre os que têm 50 e 64 anos e aproximadamente 232 mil idosos acima dos 85 anos que estão com o CPF restrito.

Outro indicador mensurado pelo SPC Brasil e pela CNDL é o de volume de dívidas atrasadas. Nesse caso, houve uma variação negativa de -1,94% na comparação anual – janeiro de 2018 frente ao mesmo mês de 2017. Já na comparação mensal, frente a dezembro de 2017, foi observada uma leve alta de +0,87%.

As dívidas bancárias, que contemplam atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, apresentaram alta de 1,69% no período, enquanto o setor de comunicação, que engloba atrasos em contas de telefonia, internet e TV por assinatura apresentou a alta mais elevada, com 9,01% a mais de atrasos na comparação com janeiro do ano passado.

De acordo com o indicador do SPC Brasil, cinco em cada dez dívidas pendentes (51%) de pessoas físicas no país têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 18% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (14%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 8% das dívidas não pagas no Brasil.

O indicador de inadimplência do consumidor baseia-se em todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

CDL discute protesto de títulos em café da manhã

Evento apresentará aos filiados convênio firmado pela entidade que garante aos associados isenção das custas iniciais do protesto

 
No próximo dia 01 de fevereiro, às 10 hs, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis promoverá um café da manhã em seu auditório localizado na rua Irmãos D`Angelo, 48 sobre loja. O objetivo é esclarecer eventuais questões a respeito do convênio firmado entre a CDL Petrópolis e o Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil – Seção RJ – que oferece aos empresários a possibilidade de encaminhar títulos de crédito para protesto sem o pagamento das custas iniciais.

Durante o café da manhã serão discutidas ainda questões relativas à importância e eficácia do protesto de títulos como estratégia de cobrança, recuperação de valores e combate à inadimplência, além do esclarecimento de questões legais relacionadas aos títulos de crédito que podem ser protestados, com informações sobre os procedimentos que os empresários devem adotar previamente, no momento da venda, para que não tenham problemas na eventualidade de uma necessidade de protesto no futuro.

Vendas a prazo crescem 4,72% na semana anterior ao natal

CDL Petrópolis divulga pesquisa nacional que revela primeiro resultado positivo nas consultas ao SPC Brasil nesse período, nos últimos três anos

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis acaba de divulgar os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrando o que parece ser a retomada da confiança dos consumidores que se reflete no aumento do consumo. Segundo um levantamento nacional, as consultas para vendas a prazo na semana anterior ao Natal (entre 18 e 24 de dezembro) aumentaram 4,72% na comparação com 2016.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, o resultado positivo merece ser comemorado, mas com os pés no chão.

– Sem dúvida é uma boa notícia, seja pela reversão dos resultados negativos de 2014, 2015 e 2016, seja pela percepção de que o consumidor está se sentindo confiante para comprar a prazo novamente. No entanto, os resultados ainda são tímidos e será necessário uma retomada do emprego, principalmente, para que o comércio volte a obter resultados expressivos no natal que é a data comemorativa mais importante para o setor – afirma Luiz Felipe.

Nos últimos anos, os resultados de vendas a prazo no Natal foram: -1,46% (2016), -15,84% (2015) e -0,7% (2014). Na comparação com outras datas comemorativas de 2017, o aumento registrado nas vendas a prazo do natal foi bem expressivo. Na Páscoa o crescimento foi de 0,93%, no Dia das Mães, dos Namorados e dos Pais, houve quedas de -5,50%, -9,61% e -2,18%, respectivamente, enquanto no Dia das Crianças, foi registrado um aumento de 3,00%.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, o gasto médio do brasileiro com o total de presentes de Natal girou em torno de R$ 461,91. A estimativa era de que a data movimentasse cerca de R$ 51 bilhões na economia.

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, entre os dias 18 e 24 de dezembro deste ano.

Registros no SPC crescem 7,19% no último semestre em Petrópolis

Levantamento realizado pela CDL Petrópolis aponta aumento no número de negativados pelo SPC Brasil no período de maio a outubro de 2017

 

A quantidade de consumidores petropolitanos que está com restrições ao crédito e tiveram seus nomes registrados no banco de dados do SPC Brasil na cidade aumentou 7,19% na comparação com o mesmo período de 2016. O levantamento divulgado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrópolis considera os registros efetuados no banco de dados da instituição entre maio e outubro de 2017.

Para o presidente da CDL Petrópolis, Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, a quantidade de contas não pagas sempre preocupa e não há como negar o impacto da crise econômica no orçamento das famílias.

– Nosso levantamento aponta para 7.182 contas não pagas no período de maio a outubro de 2017, contra 6.700 no mesmo período de 2016 aqui em Petrópolis. Isso nos preocupa não só porque restringe o crédito desses consumidores agora que o natal se aproxima, mas, principalmente, porque reflete o cenário de crise econômica que afeta muitas famílias, especialmente no que se refere ao desemprego. Vamos esperar que esse cenário se modifique no curto e médio prazos para que a economia se recupere o que é bom para todos – afirma Luiz Felipe.

O levantamento da CDL Petrópolis aponta ainda que no mês de outubro de 2017 34,59% das consultas realizadas na cidade ao banco de dados do SPC Brasil registraram algum tipo de restrição que desaconselharia a venda a prazo. Para o presidente da CDL Petrópolis, esse dado é muito significativo como alerta aos lojistas sobre a importância da consulta para proteção contra a inadimplência, especialmente nesse cenário de crise econômica no qual, segundo Luiz Felipe Caetano da Silva e Souza, “se é difícil vender, mais complicado ainda é vender e não receber”.